Marco Antônio quer que o Náutico proponha e dite o ritmo do jogo contra o Avaí

Partida contra o concorrente direto pode colocar o Timbu de volta no G4 da Série B

João Paulo, ex-prefeito do Recife (PT)João Paulo, ex-prefeito do Recife (PT) - Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

O confronto decisivo diante do Avaí, sábado, às 16h30, na Ressacada, pode colocar o Náutico de volta ao G4 da Série B e encaminhar o acesso. Mas para isso o Timbu precisa voltar a vencer fora de casa, após as derrotas contra Luverdense e CRB. E de acordo com o meia Marco Antônio, a equipe terá de ditar o ritmo e propor o jogo para correr menos riscos de sair de campo derrotado.

“Na minha visão é o jogo do ano para a gente. É a partida para a gente não precisar de outros resultados e ter de torcer contra os adversários. Depender dos outros é complicado. Precisamos depender apenas de nossas forças, impor o ritmo lá fora e fazer um grande jogo, independente de ser em casa ou fora para voltar ao G4 e não deixar escapar o acesso”, garantiu o meio-campista.

O camisa 10 reconheceu a dificuldade que os times têm para propor o jogo fora de casa. Com o Náutico não é diferente. No entanto, o momento decisivo na competição e com a possibilidade clara de voltar ao G4 obriga o Alvirrubro a mudar a postura longe de seus domínios.

“Quem joga em casa, precisa propor o jogo até pela atmosfera que se cria. É difícil, mas temos de trabalhar isso para sábado. Sair para a o jogo. Mas antes tem aqueles primeiros 15 minutos em que as equipes se estudam para saber as propostas. Depois, na nossa cabeça, em casa ou fora, temos de jogar com nossas características, com pontos fortes e não oscilar. Para subir tem de ganhar fora”, finalizou.

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