Náutico: duas metas em um jogo só

Neste sábado (16), contra o Oeste (8º coloca­do), na Arena Barueri, os pernambucanos podem matar dois coelhos com uma cajadada só

Treinador ainda não venceu fora de casaTreinador ainda não venceu fora de casa - Foto: Paullo Allmeida

Com o técnico Roberto Fernandes, o Náutico conseguiu deixar a lan­terna da Série B 2017, pulando para 19º. Além disso, venceu a pri­meira em casa após quase um turno inteiro amargando empates e derrotas como mandante. Ago­ra, o comandante quer superar mais metas para salvar a equipe do rebaixamento. Os próximos dois passos foram definidos: voltar a vencer como visitante e alcançar dois triunfos consecutivos. Neste sábado (16), contra o Oeste (8º coloca­do), na Arena Barueri, os pernambucanos podem matar dois coelhos com uma cajadada só.

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Nos cinco confrontos que o Náutico fez sob a batuta do novo treinador, os alvirrubros viveram uma gangorra de emoções. Jogo em ca­sa? Sinônimo de três pontos. Partida como visitante? Derrota na conta.

A história começou diante do Luver­dense, ao ganhar na estreia do treinador. Mas em seguida o Timbu perdeu para o América/MG, em Minas. Voltou a levar melhor peran­te o Figueirense. Logo adiante, porém, foi superado pelo Ceará, no PV. Na rodada anterior, venceu em seus domínios o Brasil de Pelotas.

As únicas duas vitórias que o Náutico conquistou fora de casa fo­ram antes da chegada de Roberto. A primeira aconteceu com o então técnico do clube Beto Campos, contra o ABC, no Frasqueirão. A outra foi com o auxiliar Levi Gomes, diante do Vila Nova, no Serra Dourada.

Contra o Oeste, Roberto vai trocar o 4-4-2 pelo 4-3-3. Giovanni ficará como único armador do time e Bruno Mota vai para o banco. O meia-atacante Rafinha, regulariza­do ontem, deve fazer sua estreia na frente, ao lado de Gilmar e William. Na defesa, o zagueiro Breno permanece no Departamento Médico, recuperando-se de dores na co­xa direita. Aislan será novamen­te o substituto.

Ação
O Náutico entrou com uma ação para que a Justiça de Pernambuco decida qual será o árbitro que irá resolver o conflito entre o clube e a Odebrecht. O alvirrubro e a empresa firmaram uma parceria em outubro de 2011 para que os pernambucanos mandassem seus jogos na Arena de Pernambuco por 30 anos, a partir de julho de 2013.

De início, ficou acordado que o Náutico receberia um aporte mensal de R$ 350 mil ou R$ 500 mil (se estivesse na Série A). Ano passado, a empresa rescindiu o contrato e, segundo os alvirrubros, deixou de pagar o que devia ao clube des­de agosto de 2015. O Timbu cobra indenização por “graves prejuízos sofridos em decorrência da rescisão unilateral”.

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