Náutico é Pernambuco na Superliga de vôlei

Timbu representará Estado na Superliga C feminina, que estreia nesta temporada substituindo a Liga Prata

Time de vôlei feminino do Náutico em 2018Time de vôlei feminino do Náutico em 2018 - Foto: Cortesia

Mais de cinco anos após viver a experiência de ter um time na principal competição de vôlei do País, a Superliga, com o Sport/BMG, Pernambuco voltará a ter representação em um torneio nacional da modalidade. Entre os próximos dias 22 e 28, o Náutico disputará a Superliga C feminina, que estreia nesta temporada substituindo a Liga Prata. A Superliga C terá 12 clubes e será disputada em três sedes. Os times serão divididos em quatro grupos e os campeões de cada um deles se classificam para a Superliga B, divisão de acesso à categoria principal.

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Uma das sedes, Recife receberá dois grupos. O Náutico está no Grupo A, junto com Associação K2 (GO) e Associação Francana (SP). O B é formado por APCEF (DF), Flamengo (RJ) e Associação de Gestores Esp. Entretenimento (SP). Os jogos serão realizados no bloco A da Faculdade Maurício de Nassau, no bairro do Derby, nos dias 23, 24 e 25, sempre das 17h às 19h. Os outros dois grupos estarão em cidades do Paraná. Em Londrina, jogam Marcelino Champagnata/Fel Londrina (PR), Maringá/Unifamma/Amavolei (PR) e Associação Nova Geração Pouso Alegre (MG). Já em Ponta Grossa, competem Caramuru (PR), Chapecoense (SC) e Blumenau Vôlei Clube.

"São dois jogos para conseguir a classificação, um formato interessante para equipes que não têm tanto patrocínio porque os custos ficam reduzidos", disse o treinador da equipe local, Adalberto Nóbrega, apontado as paulistas como adversárias mais complicadas. "O elenco de Franca é profissional, nós somos um time universitário, então acredito que será o adversário mais complicado."

É que embora o time vista a camisa do Náutico, o elenco é basicamente composto por atletas que representam a Uninassau nas versões estadual e nacional dos Jogos Universitários - JUPs e JUBs. Das 13 meninas, 10 são da instituição de ensino, além do técnico Adalberto Nóbrega. “A federação (pernambucana de vôlei - Fevepe) conseguiu trazer a Superliga C para o Recife e então surgiu a oportunidade de termos novamente um time na Superliga. É vitrine, é a segunda modalidade mais praticada no País. A equipe é da Nassau, mas entra como Náutico pela filiação (necessária para documentação das atletas junto à Confederação Brasileira de Vôlei)”, contou o diretor de esportes da Uninassau, Hermógenes Brasil. A universidade foi parceira também do Sport na época que o Rubro-Negro disputou a versão principal da Superliga.

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