Levi comandará Timbu pela terceira vez no ano
Levi comandará Timbu pela terceira vez no anoFoto: Divulgação/Leo Lemos

É de praxe. Sempre que um técnico cai, é do interino a missão de recolher os cacos e comandar a equipe enquanto um novo profissional não chega. Como isso tem acontecido com frequência no Náutico, o auxiliar Levi Gomes não é bem uma cara nova nas coletivas. Chamado para suprir as saídas de Dado Cavalcanti, Milton Cruz, Waldemar Lemos e agora Beto Campos, Levi aposta em um trabalho voltado para o lado psicológico para diminuir a pressão no clube e tentar a segunda vitória na Série B 2017. O Timbu entra em campo nesta terça (1º), contra o Vila Nova, no Serra Dourada, na 18ª rodada da competição.

“Não sei dizer quantas vezes já assumi essa posição, mas em todas procurei fazer o meu melhor. Pego o time em uma situação difícil, com resultado negativo, e o momento é de trabalhar a mente dos jogadores. Podemos dar confiança, mostrar um posicionamento para eles (atletas) produzirem mais. Isso já deu bons resultados antes. Não adianta querer inventar de última hora. O jogo está muito próximo”, afirmou Levi. O interino assumirá o Timbu pela terceira vez no ano. Antes, ele havia treinado a equipe contra o Belo Jardim, pelo Pernambucano, e diante do Boa Esporte, pela Segundona.

No último trabalho antes da partida, Levi preteriu um coletivo e realizou apenas um rachão. Uma estratégia para tentar melhorar o ambiente do grupo. “Foi ideia minha. Beto sempre faz trabalho tático em véspera de jogo, mas sei que jogadores gostam de rachão. Quando você tem um ambiente fechado, você precisa resgatar a alegria. O rachão faz isso. Eu gosto também de conversar por setores, falar com a defesa e depois o ataque. Vou buscando o que eles têm a dizer e depois defino o que eles devem fazer dentro de campo”, apontou.

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