Árbitro Leandro Vuaden
Árbitro Leandro VuadenFoto: Divulgação

O Paysandu entrou nesta terça (10), com um pedido no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) de anulação da partida entre o clube e o Náutico, no último domingo (8), nos Aflitos, pelas quartas de final da Série C 2019. O Papão alega que o pênalti marcado para o Timbu pelo árbitro Leandro Vuaden foi um “erro de direito” e não “de fato”, quando a falha acontece na interpretação do homem do apito. A penalidade resultou no gol alvirrubro, levando a decisão para as penalidades e culminando na classificação dos pernambucanos à Série B.

“Vim ao Rio de Janeiro para dar entrada com um pedido de impugnação da partida apoiado na legislação do campeonato. Nós esperamos que o STJD seja coerente para que haja um julgamento que seja capaz de reverter essa injustiça que ocorreu nos Aflitos”, disse o presidente do Paysandu, Ricardo Gluck, em entrevista ao canal Fox Sports.

“Não houve um erro de fato. Erro de fato é quando há direito de uma interpretação. Nesse caso, não há o que interpretar, é absurdo. Conversei com o Leonardo Gaciba (atual chefe de arbitragem da CBF) e ele também reconhece que, quando você tem uma situação dessas, não há infração. E se não há o que interpretar, é um erro de direito. E quando há um erro de direito, você tem a oportunidade de solicitar a anulação da partida”, completou.

Procurado pela Folha de Pernambuco, o vice-presidente do clube, Diógenes Braga, se mostrou tranquilo quanto ao assunto. "Estamos focados no Juventude porque queremos o título. Se tentarem anular a partida, eles também terão que anular a que eles empataram com o São José. Lá houve um lance idêntico em que foi marcada a penalidade a favor do Paysandu”, frisou.

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