Edno Melo (à esq) e Diógenes Braga (à dir)
Edno Melo (à esq) e Diógenes Braga (à dir)Foto: Léo Lemos/Náutico

O único “vermelho” que o Náutico não quer ostentar nesta reta final da temporada 2020 é no seu saldo bancário. Sem mais receitas desde o fim da Série C do Campeonato Brasileiro, o Timbu lançou uma nova ação para angariar mais sócios - a marca já foi de 16 mil, mas caiu para próximo de 14 mil com o fim da competição. Ainda assim, o presidente do clube, Edno Melo, garante que o Timbu se preparou bem para esse momento, reforçando que as obrigações com atletas e funcionários permanecerão em dia.

"Acabamos com as receitas de bilheterias que tínhamos, mas fizemos um 'colchão' bom. A negociação de Luiz Henrique no meio do ano também foi fundamental", afirmou Edno. A transação citada pelo mandatário foi a do meia prata da casa para o Moreirense/POR, acrescentando R$ 1 milhão aos cofres dos pernambucanos.

Outras negociações também ajudaram a manter a vida financeira do Náutico menos apertada. O atacante Robinho foi negociado com o Red Bull Bragantino, com o Timbu vendendo 50% dos direitos econômicos do atleta - estima-se que o valor foi de R$ 1 milhão. Além disso, os pernambucanos ganharam uma porcentagem nas transferências do volante Jobson, do RB Brasil ao Santos (R$ 800 mil), e do lateral-esquerdo Douglas Santos, do Hamburgo/ALE ao Zenit/RUS (R$ 540 mil).

Com a participação na Série B 2020, o Náutico deve embolsar R$ 8 milhões. Além disso, na Copa do Nordeste, o Timbu receberá R$ 1,735 milhão, valor que pode crescer caso os pernambucanos avancem no mata-mata - sistema idêntico ao da Copa do Brasil, que dará inicialmente R$ 525 mil aos alvirrubros.

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