Organização da F1 afasta funcionários e reduz salários

Decisão foi tomada diante da crise gerada após a pandemia da Covid-19 e o cancelamento das oito primeiras provas

Bottas, piloto da MercedesBottas, piloto da Mercedes - Foto: AFP

A empresa responsável pela organização da F1 deu licença forçada a metade de seus empregados. Houve ainda uma redução geral nos salários, resultado da crise do coronavírus, que já cancelou as oito primeiras provas da temporada.

Os executivos da Liberty Media, que gerencia a categoria desde 2017, concordaram voluntariamente em reduzir seus ganhos em 20%. Os demais empregados também terão 20% de redução e serão pagos pelo sistema de proteção estabelecido pelo governo britânico.

A decisão é semelhante à tomada por equipes como a McLaren. No caso do dirigente Chase Carey, gerente-geral da Liberty, a expectativa apontada por veículos como a BBC é que "o corte seja muito mais profundo do que 20%".

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A direção da F-1 já teve conversas com equipes no sentido de ajudá-las financeiramente na crise. Uma das ideias é adiantar pagamentos e abatê-los dos contratos nas próximas temporadas. Para conter o sangramento, já foi aprovada uma diminuição do orçamento para 2020.

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