Rafael relembra passado difícil e sonha com acesso

Atacante contou os obstáculos no início de carreira e a superação após período lesionado no Náutico

Rafael Oliveira, atacante do NáuticoRafael Oliveira, atacante do Náutico - Foto: Léo Lemos/Náutico

Há quem pense que o maior obstáculo que o centroavante Rafael Oliveira precisou superar na carreira foi o período de um ano afastado dos gramados, entre 2017 e 2018, por conta de uma grave lesão no joelho e outras séries de contusões musculares. Contratado como principal esperança de gols do Náutico há dois anos, o atleta passou um longo tempo no departamento médico. Havia uma incógnita sobre seu aproveitamento no futuro. Mas após se recuperar dos problemas, o jogador assumiu a titularidade, deixando Wallace Pernambucano no banco de reservas e voltando a ser a referência ofensiva dos pernambucanos. Uma boa história de superação, mas não a primeira ou a maior de sua vida.

Nascido em Ananindeua, no Pará, o jogador contou as dificuldades no início de carreira. "Minha infância não foi nada fácil. Não tinha condição de ir para treino. No Paysandu, iam me buscar em casa porque eu não tinha condições de ir. Comecei a trabalhar cedo, com 12, 13 anos. Eu era ajudante de pedreiro, trabalhava também com meu pai no mercadinho. Desde criança, a minha luta era grande", afirmou.

O período difícil serviu para fortalecer Rafael Oliveira. Principalmente quando ficou afastado dos gramados após disputar apenas três partidas pelo clube, em 2017. “Cheguei aqui em um momento bom na carreira, mas tive a lesão no joelho e fiquei um ano e pouco batalhando também com as lesões musculares. Hoje me sinto bem, faço os preventivos antes do treino e agora é manter. Sou grato também a todos do clube que me ajudaram”, declarou.

Rafael Oliveira será um dos titulares do Náutico que entrarão em campo no sábado (24), contra o Santa Cruz, nos Aflitos, pela última rodada do Grupo A da Série C. Já classificado, o Timbu, vice-líder da chave, luta agora para terminar na liderança. Já o Tricolor, em quinto, com 25, precisa pontuar para ter chances de entrar no G4 e, assim como o rival, avançar para as quartas de final.

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