Roberto lamenta desatenção na zaga e pênalti perdido

Treinador declarou que o Timbu perdeu mais por erros próprios do que por mérito do Ceará

Roberto FernandesRoberto Fernandes - Foto: Anderson Stevens/Arquivo Folha

Desatenção de Henrique Ávila no lance do gol e pênalti desperdiçado de Giovanni. Em resumo, esses foram os dois lances mais lamentados pelo técnico do Náutico, Roberto Fernandes, na derrota por 1x0 para o Ceará, no Presidente Vargas, pela Série B 2017. Para o comandante, a equipe poderia ter saído com pelo menos um ponto na bagagem.

“O Náutico fez um bom jogo, conseguiu equilibrar e ser competitivo contra um time que briga a passos largos pelo acesso. A diferença na tabela não foi traduzida no jogo. O time competiu com igualdade diante de uma equipe organizada. O meio-campo do Ceará é de tirar o chapéu, não só pela qualidade técnica como também de movimentação e passe. Sofremos o gol em um erro nosso, em uma fatalidade. Se a bola não bate no Ávila, sairia pela linha de fundo. Depois tivemos uma penalidade a nosso favor e não convertemos. Infelizmente a fase do Náutico não permite isso. Fomos derrotados em lances capitais nossos e não do Ceará”, afirmou.

Ainda sobre o assunto, o treinador tratou de tirar o peso da derrota em cima da ausência do atacante Erick, que acertou sua transferência para o Braga/POR. “O que mais fez falta hoje foi o pênalti não convertido e não ele (Erick). Naquele momento, quem acompanhava a partida, viu que o Náutico estava pressionando o adversário. Até questiono ainda se não era lance para expulsão. Tivemos a faca e o queijo na mão para empatar a partida. Saio insatisfeito com o resultado, mas vejo uma luz no fim do túnel para sair dessa situação”, declarou.

Com a saída de Erick, o Timbu tentará trazer um atacante com as mesmas características para reforçar o elenco nesta reta final da Série B. O treinador contou qual o perfil que o clube deve procurar nesse momento.

“Qualquer jogador precisa já chegar e estar apto para jogar. Não podemos fazer uma contratação no perfil do William, que ainda precisava de um tempo para se condicionar. Acho difícil chegar alguém da Série A porque ou custa caro ou ele não vai querer vir. Série B para Série B também é difícil. Tem que ser o perfil de um jogador que enxergue a chance como sendo a da vida dele”, concluiu. 

 

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