Roland Garros: charme, tradição e grandes estrelas

O segundo Grand Slam do ano tem início neste domingo e segue até o próximo dia 9 de junho, quando acontece a final masculina

Rafael Nadal e Roger FedererRafael Nadal e Roger Federer - Foto: Paul Crock/AFP

O charmoso saibro francês será, nos próximos dias, palco da reunião de grandes nomes do tênis mundial na edição 2019 de Roland Garros. O segundo Grand Slam do ano tem início neste domingo, com as primeiras partidas das chaves individuais feminina e masculina, e segue até o próximo dia 9 de junho, quando acontece a final masculina. No Brasil, os direitos de transmissão do torneio são, desde 2013, do canal à cabo BandSports.

Entre as principais atrações, impossível não falar do espanhol Rafael Nadal, atual número 2 do mundo e maior campeão do evento, com 11 títulos. Considerado o “Rei do Sabro”, Nadal vem mais embalado do que nunca após a vitória recente no Masters 1000 de Roma, no final de semana passado. Na ocasião, ele se isolou como o maior vencedor de eventos da categoria, com 34 títulos contra 33 do sérvio Novak Djokovic, atual líder do ranking da ATP e que também estará em Roland Garros. Djoko, que voltou ao topo mundial após um período de baixo rendimento, vem de um título e um vice-campeonato recente em torneios disputados no saibro (Masters 1000 de Madrid e Roma, respectivamente) e quer reeditar a campanha de 2016, quando foi campeão.

Quem completa o trio de astros é Roger Federer, que volta a disputar o torneio após três anos ausente. O suíço, atual número 3 do mundo, tem um título no saibro parisiense, conquistado em 2009. Ele e Nadal caíram na mesma chave e, se avançarem, poderão protagonizar uma das semifinais desta temporada. Além deles, outros nomes também merecem atenção, principalmente os atletas da nova geração, como o alemão Alexander Zverev e o grego Stefanos Tsitsipas. O único brasileiro no evento é o cearense Thiago Monteiro, que furou o qualifying e estreia nesta segunda, contra o sérvio Dusan Lajovic (30º do mundo).

O torneio feminino também tem sua constelação. Quem puxa a fila é a jovem japonesa Naomi Osaka, atual líder do ranking da WTA, e a romena Simona Halep, número 3 do mundo e atual campeã do Grand Slam. Elas, por sinal, estão na mesma chave, a mais forte do evento, que conta ainda com a norte-americana Serena Williams (10ª) e a letã Jelena Ostapenko, campeã da edição de 2017. Ostapenko, por sinal, fará um dos duelos mais aguardados da primeira rodada, contra a bielorussa ex-número 1 do mundo, Victoria Azarenka, na segunda-feira. Outras atrações são a tcheca Karolina Pliskova (2ª do mundo), a alemã Angelique Kerber (5ª) e a norte-americana Sloane Stephens (7ª).

O Brasil não terá atletas no torneio feminino. A paulista Bia Haddad Maia, de 22 anos, caiu precocemente no qualifying contra a ucraniana Katarina Zavatska. Ela empatava o jogo em 1/1 e vencia o terceiro set, quando começou a sentir dores nas duas coxas e acabou abandonando a partida.

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