Rubro-negro vive desafio para ajustar setor ofensivo

Com as saídas de Diego Souza e André, sobraram lacunas a serem preenchidas até o início do Brasileirão

Nelsinho Baptista, técnico do SportNelsinho Baptista, técnico do Sport - Foto: Paullo Almeida/Folha de Pernambuco

O desafio de montar um time competitivo para apagar a má impressão com as eliminações precoces na Copa do Brasil e no Campeonato Pernambucano é o que move a diretoria do Sport neste momento. A estreia do time na Série A será no dia 15 de abril, contra o América/MG, às 11h, no estádio Independência. Com o negócio que envolveu a ida de Rithely para o Internacional, o clube recebeu três jogadores do Colorado: o zagueiro Ernando, o lateral-direito Cláudio Wink, que já estão no Recife, e o meio-campista Andrigo, que estava no Ceará e deve chegar à Capital pernambucana nesta segunda (26).

Mas a chegada desses atletas não encerra a missão dos dirigentes, pois a maior carência da equipe, atualmente, é o setor ofensivo. Neste início de ano, o clube perdeu Diego Souza e André, jogadores que tinham um peso grande no número de gols marcados pelo time. O primeiro foi para o São Paulo e o segundo acertou com o Grêmio. Leandro Pereira, que seria o eventual substituto de André, não aprovou durante o Pernambucano. A terceira opção seria o prata da casa Juninho, que foi afastado do elenco por indisciplina.

Rogério, que atua pela margens do campo, chegou a ser escalado no centro do ataque, e teve boa atuação na vitória contra o Santa Cruz, porém, contundiu-se e não pôde enfrentar o Central. Sua ausência fez falta ao time, mas ainda que tivesse jogado seria mais uma solução circunstancial do que definitiva.

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Além da questão ofensiva, outro fator atormenta os rubro-negros para o Brasileiro que se aproxima. Nos últimos dois anos, a defesa do Sport esteve sempre entre as mais vazadas da competição, com o setor contribuindo decisivamente para o time ficar em risco de rebaixamento até as rodadas finais da Série A. Nelsinho Baptista sempre foi um técnico que preza bastante por armar uma defesa sólida. Quando conquistou a Copa do Brasil, em 2008, ele montava o time com três zagueiros - Igor, César e Durval. Se perceber que com apenas dois zagueiros, o setor ficará fragilizado no início do Brasileiro, o treinador poderá voltar a optar por três zagueiros.


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