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Santa encara erros na Série C como lição para um 2020 promissor

Constantino Júnior, chefe do executivo do Santa Cruz, falou das projeções para a próxima temporada, relembrando as falhas do passado que não devem ser repetidas

Constantino Júnior, presidente do Santa CruzConstantino Júnior, presidente do Santa Cruz - Foto: Santa Cruz/divulgação

Eliminação nos pênaltis para o Afogados no Campeonato Pernambucano. Corrida longa na Copa do Brasil. Despedida na semifinal da Copa do Nordeste e o adeus precoce à Série C. Essa seria a representação do ano do Santa Cruz caso a bola jogada nas quatro linhas fosse o medidor total dos feitos de um clube. Mas, como futebol não se restringe aos gramados, o presidente tricolor, Constantino Júnior, fez um balanço geral do clube, destacando tropeços, erros e pontos do biênio 2018-2019 que devem ser acertados, de olho em um 2020 cheio de surpresas positivas para o Tricolor.

“No futebol, é tão próximo o certo do errado. Uma pequena escolha, um erro de arbitragem, um pênalti que não foi colocado certo, principalmente na formatação que é uma Série C. Se premia em um primeiro momento uma regularidade, para depois ir para uma loteria. É claro que a gente tem que enxergar os erros. No nosso caso, é minimizar erros, evitar conflitos. Cabe a gente entender a leitura da competição. No ano passado chegamos muito próximo, fizemos um primeiro jogo contra o Operário. No segundo jogo encontramos um clima muito hostil, de muita dificuldade e acabamos sucumbindo. Então, que isso sirva de lição”, destacou o chefe do executivo coral.

Nos gramados, o insucesso do Santa nos dois últimos anos não foi o único problema do clube no biênio. Pelo contrário, foi apenas o reflexo de uma série de contratempos vivenciados pelo Tricolor. Para seu último ano de mandato à frente da Cobra Coral, Tininho ressaltou questões relacionadas à reformulação do Santa Cruz como um todo e mostrou confiança em um início de temporada com o pé direito.

“A gente está com jogadores preparados para isso. Temos um treinador que tem acesso nas costas e sabe o caminho das pedras. Cabe a gente dar condição para que o profissional e toda comissão técnica possa ter condição de trabalho. Dar um bom material humano, dar um bom alicerce de logística para que os atletas consigam ter a melhor condição possível. Dar um bom pós-jogo, com tratamento médico. Tudo isso deve ser observado e tudo isso acaba influenciando no resultado final. Eu tô muito confiante que este ano (2020) a gente já começa em um melhor patamar do que no ano de 2019”, concluiu.

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