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Sem condição física ideal, Didira admite dificuldade para atuar 90 minutos

Meia tem capacidade para fazer a diferença em partida vital para a sequência da temporada tricolor e espera ser titular

Didira treinando pelo Santa CruzDidira treinando pelo Santa Cruz - Foto: Júlia Rodrigues/Folha de Pernambuco

Referência técnica no elenco do Santa Cruz, ao lado de Pipico, Didira irá exercer esta função na noite desta quarta-feira, no duelo contra o Operário de Várzea Grande/MT, válido pela primeira fase da Copa do Brasil. O meia é visto como o principal nome para articular as jogadas e fazer a transição para o ataque. No entanto, não se encontra fisicamente pronto para jogar a partida inteira e há a possibilidade menor de o técnico Itamar Schülle poupá-lo visando os minutos finais. Em entrevista antes do treino de terça-feira, o atleta reconheceu que as chances de atuar os dois tempos todos são baixas.

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“Espero que ele me dê a oportunidade. Jogar 90 minutos não garanto, até por conta do ritmo de jogo e de força que vai faltar no meio do segundo tempo e no final. Se eu entrar de primeira com certeza vou me dedicar ao máximo pra que a gente possa fazer um bom trabalho e buscar essa classificação que é tão importante, não só pra equipe, mas pro time também que é mais importante”, ressaltou. Didira jogou duas partidas até o momento na temporada, sendo que apenas contra o Bahia, na Copa do Nordeste, entrou como titular.

Diretoria, torcedores e o próprio elenco aposta no sucesso nesta noite para aliviar as contas no Arruda. “Sem dúvidas, não só eu, como todos os jogadores sabem a importância desse jogo. Eu tenho certeza que nós todos iremos entrar dedicados, focados e concentrados pra buscar a classificação, porque é um dinheiro que entra na parte financeira do clube no momento difícil. E a gente espera acabar com isso e todo mundo ficar bem, focado e receber o dinheiro tranquilo, como eles (diretoria) vem falando e cumprindo com muitas coisas, como foi comigo, disse Didira. Na largada, o Tricolor já angariou R$ 540 mil e, caso seja o vencedor, leva a premiação de R$ 650 mil, valor maior do que a folha salarial do time.

O meia minimizou o clima quente e lembrou que Recife não é muito diferente. “Sobre isso tô tranquilo, até porque acostumado a jogar em clima frio, quente. Acho que não só eu, como todos os jogadores sabem, se é ruim pra gente, é ruim pra equipe adversária também. A gente tem que entrar em campo, respeitando a equipe do Operário, que é uma equipe de qualidade e acostumada ao clima. A gente vem de um clima quente, lá no Recife, que não é tão frio, mas a gente sabe da importância que é, independente de clima ou campo, entrar em campo, honrar a camisa do Santa Cruz, fazer um bom trabalho e buscar a classificação.” 

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