Sem palavras para mostrar tristeza

Por volta das 5h30, o arqueiro foi acordado e alertado pelo pai, que costuma despertar neste horário para caminhar na praia.

Sociedade civil se posiciona em frente à Assembleia contra extinção da DecaspSociedade civil se posiciona em frente à Assembleia contra extinção da Decasp - Foto: Juliano Muta/ Divulgação

Conviver com a dor é uma árdua batalha dos que sofrem perdas de amigos e familiares. Na tragédia que chocou o mundo inteiro ontem, o goleiro Rodolpho, do Náutico, foi um dos que sofreu de maneira profunda. Por volta das 5h30, o arqueiro foi acordado e alertado pelo pai, que costuma despertar neste horário para caminhar na praia.

Imediatamente, o alvirrubro pegou o telefone para tentar contanto com os amigos que deixou na Chapecoense, clube que defendeu por três temporadas (2011/2012/2013). O primeiro ex-companheiro que ele conseguiu conversar foi o veterano goleiro Nivaldo, de 42 anos.
Ainda sem muitas informações, Nivaldo se mostrou bastante abalado e revelou ao amigo que estava tentando contato com os demais companheiros de clube, mas que não queria acreditar no pior. Em seguida, a confirmação do desastre. E aí ficaram apenas as lembranças para o atleta pernambucano, atualmente com 35 anos. “A cidade e o clube são bastante acolhedores. Você se sente em casa, parte da comunidade. Não tenho palavras para expressar minha tristeza”, comentou Rodolpho, que conquistou o Catarinense 2011 e os acessos de 2012 e 2013.

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