Juninho, atacante do Sport
Juninho, atacante do SportFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o suposto uso de arma de fogo por parte do atacante Juninho, do Sport, durante uma confusão na saída de uma boate no bairro do Parnamirim, Zona Norte do Recife, no último fim de semana. O jogador prestou depoimento nesta quarta-feira na delegacia de Casa Amarela e apresentou os seus argumentos à delegada Lídia Barci. A profissional agora aguarda as imagens de segurança da vizinhança para seguir com as investigações do caso.

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Visivelmente irritado, Juninho disse que não tem arma e nem possui segurança. "Eu estava na casa de festa com meu amigo e, quando fui embora, a pessoa falou algo para mim e correu para pegar um pau no carro. Eu fui no carro buscar um bastão de fisioterapia que utilizo, mas ele não estava lá. Não houve nada do que estão falando. Foi só discussão", afirmou Juninho à imprensa.

"Ele afirmou que nunca pegou em uma arma de fogo e que fizeram a confusão por ser o nome dele envolvido. Após as imagens das câmeras chegarem, nós vamos averiguar e, se for identificado o uso de arma de fogo, chamaremos ele para prestar depoimento mais uma vez", disse a delegada.

Ernesto Cavalcanti, advogado de Juninho, confirmou a versão do jogador e disse que foi um 'invencionismo' a história da arma. A Polícia Civil aguarda as imagens que foram solicitadas na tarde de terça-feira (5). As filmagens devem ser entregues ainda nesta quarta-feira (6).

 

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