Lucas Drubscky, executivo de futebol do Sport
Lucas Drubscky, executivo de futebol do SportFoto: Ed Machado

 

Sem os ganhos com bilheterias nos jogos, e perda de torcedores no quadro de sócios, o Sport esperava resolver nesta semana uma possível redução salarial do elenco para amenizar a crise financeira. Com a pandemia do novo coronavírus, os clubes vêm sofrendo para obter receitas, e instituições da Série A como Fortaleza, Ceará, Atlético/MG e Grêmio, além do rival local Náutico, fizeram acordos com seus atletas no intuito de deixar as contas em dia. No Leão pernambucano, entretanto, o momento ainda é de indefinição.

Leia também:
Ronaldo já estava fechado há mais de um mês com o Sport
Ewerthon pode se beneficiar com chegada de Patric ao Sport
De acordo com o executivo de futebol rubro-negro, Lucas Drubscky, uma reunião envolvendo a cúpula leonina acontecerá na próxima semana para decidir como será resolvida esta questão salarial dos jogadores. "Esperamos resolver isso na próxima semana, talvez no dia 15. Ainda não sabemos como vamos fazer. Podemos aproveitar alguma medida tomada por um clube ou fazer a nossa do zero", relatou o dirigente.
Ainda segundo ele, a redução salarial pode afetar uma grande parte de funcionários do Sport. Preocupado com o impacto que isso pode causar nos empregados do Leão, o clube vem adotando cautela para tratar do assunto, e por isso nada foi decidido ainda. "Não será uma decisão que todos irão aplaudir, porém, têm que ser tomadas. Por isso temos que ser o mais assertivos que pudermos para não causar um impacto negativo na vida dos funcionários ou dos atletas, mesmo que nem todos sejam prejudicados com a medida", explicou Drubscky.
Depois da paralisação do futebol no País em meados de março, os jogadores do Sport passaram a treinar em suas casas, seguindo cartilhas entregues pela preparação física do clube. Após duas semanas de trabalho, e com as incertezas sobre a volta dos jogos, foi decidido que os atletas ganhariam férias de 20 dias, a partir do último dia primeiro. De acordo com Drubscky, pode ser que o descanso seja estendido até o final do mês. "Segundo o Ministério da Saúde, o pico da doença no Brasil será em junho, então dificilmente voltaremos à rotina normal no próximo mês. Por isso, creio que essas férias serão esticadas por mais 10 dias. Não é algo concreto, mas é uma possibilidade", finalizou.

 

veja também

comentários

comece o dia bem informado: