Suíça: Missao é sair da posiçao de coadjuvante

No meio-campo, o habilidoso Xherdan Shaqiri - autor de três gols em 2014 -, é a grande estrela

A Suíça deu trabalho no Mundial de 2014. Avançou até as oitavas, onde caiu, na prorrogaçao, para a Argentina. A missao em 2018 da tradicional seleçao é dar um passo a mais e sair da posiçao de mera coadjuvante, sem abandonar as suas características. Apesar do sofrimento para chegar ao Mundial de 2018 - passou apenas na repescagem contra a Irlanda do Norte -, o time comandado por Vladimir Petkovic é promissor e tem boas peças.

No meio-campo, o habilidoso Xherdan Shaqiri - autor de três gols em 2014 -, é a grande estrela. Jogando no Stoke City, ele não está em tão boa fase como há quatro anos, mas, aos 26 anos de idade, ainda é o líder técnico do time. Além dele, nomes mais novos como o do atacante do Schalke 04, Breel Embolo, aparecem como alternativas da nova geraçao. Na defesa, Lichtsteiner, peça fundamental da Juventus, aparece como peça experiente.

Participações em Copas: 11 (1934, 1938, 1950, 1954, 1962, 1966, 1994, 2006, 2010, 2014 e 2018)
Ranking na Fifa: 6º
Melhor resultado: Quartas de final (1934, 1938 e 1954)
Craque: Xherdan Shaqiri (Stoke City/ING)
Técnico: Vladimir Petkovic
Time-base: Sommer; Lichtsteiner, Schär, Akanji e Ricardo Rodríguez; Zakaria, Xhaka, Shaqiri, Dzemailli e Zuber; Embolo.

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