Técnico crê em menos pressão neste começo de Estadual

Segundo Roberto Fernandes, fórmula do Pernambucano permite o Timbu fazer um "campeonato em paz"

Roberto lembrou desempenho no Estadual de 2011Roberto lembrou desempenho no Estadual de 2011 - Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Prestes a dar seu pontapé inicial no Campeonato Pernambucano, com o jogo desta sexta (19), contra o América, na Arena de Pernambuco, o técnico do Náutico, Roberto Fernandes, tratou de minimizar a pressão nesta fase inicial do torneio. Muito do pensamento é baseado no novo modelo de disputa. Na atual edição, 11 times duelam entre si na primeira parte do Estadual, de pontos corridos, com os oito melhores colocados se classificando ao mata-mata. Um sistema que permite, na visão do treinador, o Timbu ter uma vida com menos cobrança.

"A fórmula nos permite fazer um campeonato em paz. Eu preciso chegar para esse elenco dizendo que vamos ganhar o jogo porque aqui é Náutico e precisamos sempre vencer. Mas não posso colocar a pressão dizendo que precisamos ganhar de todo jeito. O último Pernambucano que disputei, em 2011, terminei com 10 pontos na frente do Sport no primeiro turno. Fui para o mata-mata: 3x1 na ilha, 3x2 nos aflitos (eliminado). Então do que adianta desespero? Vamos tentar ficar em primeiro, mas se não der vamos terminar entre os oito. Depois vamos para o mata-mata", afirmou o treinador.

Outro ponto relativizado pelo treinador foi a vantagem que o Náutico teria caso terminasse entre os quatro primeiros na fase inicial, podendo decidir a classificação em casa - a etapa eliminatória terá jogo único, com mando de campo dos melhores classificados.

"É importante decisão em casa? É, mas qual a garantia? Se tivéssemos nos Aflitos,a diferença seria grande. Mas aqui na Arena não sei se faz. Um estádio com 42 mil lugares se não bota 25 mil não tem pressão. Jogadores do Altos fizeram gols aqui e xingaram a torcida. Fariam isso nos Aflitos? Eu pagava para ver", apontou.

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