Santa Cruz

Toty lamenta desfalques, e relembra recuperação para retornar ao time: ‘tive paciência’

Lateral treinou normalmente ao longo da semana com os companheiros de equipe e deve reassumir o posto na lateral direita neste sábado

Toty, lateral-direito do Santa CruzToty, lateral-direito do Santa Cruz - Foto: Rafael Melo/SCFC

Líder do Grupo A da Série C com 13 pontos, o Santa Cruz tem pela frente um desafio nada fácil. Neste sábado, a equipe comandada pelo técnico Marcelo Martelotte entra em campo pela sétima rodada para encarar o Manaus, que é o caçula da competição com apenas sete anos de fundação. A pouca idade do adversário, no entanto, não diminui a responsabilidade imposta ao Tricolor. Pelo contrário. 

Com seis desfalques para a partida, uma vez que Pipico, Célio Santos, Júnior, Paulinho e William Alves permaneceram em tratamento de lesão no Arruda, e Bileu cumpre suspensão após receber o terceiro cartão amarelo na vitória contra o Remo/PA, contratempos a serem superados é o que não vai faltar na conta do time coral. Mesmo em meio à desconfiguração do esquema tático, desta vez o Santa tem em uma peça seu ponto de exceção. Fora dos três últimos compromissos do time devido a uma entorse no tornozelo direito, Toty expressou sentimento dual: alegria por estar de volta, e em condições de reassumir a lateral direita. Tristeza pelos companheiros machucados. 

“Feliz em estar de volta, exercer aquilo que a gente gosta de fazer, que é o futebol. Ficar impossibilitado de atuar é difícil. Fiquei três rodadas sem poder ajudar a equipe por conta da lesão, mas estou feliz de estar de volta, e ao mesmo tempo um tanto que triste com a lesão dos companheiros, mas é o futebol. Brigar amanhã por mais uma vitória. Pude me recuperar a tempo de poder suprir essa carência que já tinha na lateral direita por conta das lesões”, explicou.
 

O elenco viajou ao Norte do País na quinta, e realizou um treino na tarde desta sexta embaixo do sol escaldante que baixou sobre solo manauara. Nesse sentido, não muito diferente do que acontece no Recife, o defensor minimizou quando perguntado se o calor da cidade amazonense poderia de alguma forma atrapalhar os preparativos do grupo para o duelo contra o Gavião.

“Acredito que não, porque a maioria dos atletas já passaram por lugares bem parecidos com Manaus. É claro que pode ser que já tenham desacostumado um pouco, mas as adversidades foram feitas para serem superadas. Estamos prontos. Ter inteligência para fazer um bom jogo e sair com os três pontos". O lateral-direito também falou da sensação de acompanhar os últimos jogos do Tricolor apenas de camarote, sem poder entrar em campo.

“É muito ruim você ficar só na expectativa de querer ajudar, mas impossibilitado. Conseguimos bons resultados, tivemos só um tropeço contra o Vila Nova. A gente fica naquela ansiedade de poder ajudar de qualquer forma, às vezes querendo entrar em campo. Mas tem que ter paciência e eu tive paciência. Pude fazer o tratamento da melhor maneira possível. Quero parabenizar a fisioterapia do Santa Cruz que me ajudou muito, tanto psicologicamente quanto na hora dos trabalhos. Em geral, foi muito importante para a minha volta, sempre dando uma palavra de incentivo para no momento certo poder voltar cem por cento. E aqui estou eu”.

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