Automobilismo

Treinos da segunda etapa da F-1 começam nesta sexta

GP da Estíria será realizado no mesmo circuito de Red Bull Ring, sem alterações na pista ou nos compostos de pneus

Charles LeclercCharles Leclerc - Foto: Kenzo Tribouillar/Divulgação

O nome é diferente, mas a segunda etapa da Fórmula 1 será um repeteco da primeira corrida da temporada, realizada no último domingo (5) e vencida por Valtteri Bottas, da Mercedes: o GP da Estíria será realizado no mesmo circuito de Red Bull Ring, sem alterações na pista ou nos compostos de pneus.

Mas isso não significa que a corrida em si deva ser igual à prova de estreia do campeonato. O excesso de quebras marcou o GP do domingo, e inclusive a vencedora Mercedes teve problemas com vibrações na caixa de câmbio durante a prova, que contou com nove abandonos.



É o maior número desde o primeiro GP de 2015. Então a segunda corrida deve ser um tira-teima em termos de confiabilidade e também para alguns pilotos que sofreram com o equilíbrio de seus carros e foram superados pelos companheiros, como Sebastian Vettel, na Ferrari, e Carlos Sainz, na McLaren.

A Ferrari, inclusive, já anunciou que antecipou as mudanças no carro que estavam previstas apenas para a terceira etapa. Segundo o time, pelo menos parte das novidades deve chegar a tempo dos primeiros treinos livres, nesta sexta-feira (10).

Curiosidades sobre o GP da Estíria

- O GP da Estíria será oficialmente o 42º GP diferente na história da Fórmula 1, levando-se em consideração os títulos dados às provas. Ele deve se juntar aos GPs do Marrocos, em 1958, e de Pescara (na Itália), em 1957, entre aqueles que só tiveram uma edição, pois só está sendo realizado em 2020 por conta do novo coronavírus.

- Será a primeira vez em 70 anos e mais de mil GPs na história que a F1 fará duas corridas seguidas em um mesmo circuito.

- Apesar de ser o primeiro GP da Estíria, este será o GP de número 34, valendo pelo campeonato da F-1, realizado na Áustria. O primeiro foi disputado em 1964 em um circuito que passava pela base aérea de Zeltweg, uma cidade vizinha. Na época, o circuito era chamado de Österreichring, -o local recebeu a corrida até 1987, quando o circuito foi encurtado e se tornou primeiro o A1 Ring e, mais recentemente, o Red Bull Ring. A prova esteve fora do calendário a partir de 2003, mas voltou em 2014.

Charles Leclerc se tornou, no ano passado, o primeiro piloto equipado com um motor que não o Mercedes a fazer a pole do Red Bull Ring. O circuito foi o palco da última pole de Felipe Massa, com a Williams, em 2014. Desde que o circuito Red Bull Ring entrou no calendário, em 2014, o pole só venceu três vezes, com Hamilton em 2016 (única vitória do inglês no circuito) e Bottas em 2017 e na corrida do último domingo.

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