Um espelho chamado Jaqueline Carvalho

Na bagagem, um talento natural e muita determinação, fórmula que a fez estourar nacional e internacionalmente.

Senador Humberto Costa (PT)Senador Humberto Costa (PT) - Foto: Roberto Stuckert Filho

Um dos símbolos da geração mais vitoriosa do vôlei indoor feminino nacional, a ponteira Jaqueline Carvalho, hoje com 32 anos, deixou o Recife ainda menina para tentar a carreira como jogadora profissional em São Paulo. Na bagagem, um talento natural e muita determinação, fórmula que a fez estourar nacional e internacionalmente.
A trajetória de Jaqueline é uma referência para Amanda Silva, que tem nas mãos a oportunidade de também se mudar para o estado brasileiro que mais investe na modalidade - na época, Jaqueline participou de uma peneira no BCN/Osasco, aos 14 anos. “Me espelho muito em Jaqueline, pois ela também começou aqui, bastante nova, e construiu tudo o que tem hoje através do vôlei. Vejo ela como uma pessoa guerreira, que começou de baixo e agora está no topo, tem dois títulos olímpicos”, destaca Amanda, que joga na mesma posição da sua conterrânea.
Assim como Jaqueline, outros ídolos do vôlei nacional também foram descobertos em Pernambuco. A levantadora Dani Lins, titular da seleção brasileira e campeã olímpica em Londres-2012, foi outra que deixou o Estado ainda adolescente para investir na carreira em São Paulo. Pampa, primeiro medalhista olímpico de Pernambuco é outro exemplo, tendo dado os primeiros toques na bola ainda nos tempos de colégio.

Veja também

São Paulo goleia o Taboão por 29x0 pelo Paulista feminino
Futebol feminino

São Paulo goleia o Taboão por 29x0 pelo Paulista feminino

Na Ressacada, Sport empata com Avaí no primeiro jogo das oitavas
Copa do Brasil sub-20

Na Ressacada, Sport empata com Avaí no primeiro jogo das oitavas