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Um gigante com fama de paredão, Carlos Miguel é apresentado pelo Santa

Com histórico de pegador de pênaltis, Carlos Miguel chega ao Arruda como uma das promessas que deve brigar pela meta coral em 2020

Carlos Miguel é apresentado no ArrudaCarlos Miguel é apresentado no Arruda - Foto: Rodrigo Baltar/Santa Cruz

Os 2,4 metros de altura acompanha a história gigante do goleiro Carlos Miguel. O jovem de 21 anos, com passagem pelas categorias de base de Flamengo e Internacional, falou pela primeira vez à imprensa, nesta terça-feira (17), no Arruda, após sua chegada para defender o Tricolor na próxima temporada. De personalidade calma, o goleiro demonstrou o entusiasmo de vestir o manto coral pela primeira vez e projetou um 2020 de muito trabalho e dedicação.

O diretor remunerado de futebol do Santa Cruz, Nei Pandolfo, deu as boas vindas ao atleta e destacou que a altura do goleiro não é tudo. "Carlos é um atleta não só de porte físico, mas também um grande atleta. Faz parte do elenco do Internacional e trabalhou como profissional e no sub-23, em um grupo de excelentes goleiros e excelentes preparadores. Tenho certeza que vai nos ajudar muito. É um novo paredão. O importante não é só o tamanho, e sim, a grandeza da pessoa e do profissional que ele é", iniciou Pandolfo.

Com histórico de pegador de pênaltis, Carlos Miguel chega ao Arruda como uma das promessas para 2020. Em tom de brincadeira, o atleta falou sobre sua altura e citou dificuldades, mas pregou empenho para plantar bons momentos no Santa Cruz. "O mundo é igual é para todo mundo, mas eu cresci mais um pouco. Até agradeço um pouco ser alto, porque me ajudou. Mas tive dificuldade pra caramba, até hoje tenho. Mas trabalho para cada dia melhorar", explicou o goleiro.

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Seguindo a linha “moderna” do que hoje é exigido de um goleiro, Miguel relativiza suas características ao que exige cada partida. “É jogo com os pés, saída de gol. É ter um bom reflexo embaixo do gol, sair jogando. Saber escolher para sair com a bola. É tudo estudado. Quero passar isso para o Santa Cruz e aprender mais ainda como profissional. Vim fazer meu trabalho, independente de qualquer coisa, e deixar o Santa na Série B. Eu quero ganhar tudo”, afirmou o arqueiro.

Ainda que o otimismo seja expressado de maneira constante nas falas dos reforços da Cobra Coral, o clube enfrenta um turbilhão de problemas, que, certamente, podem ser minimizados a partir da desenvoltura do elenco nas quatro linhas. O goleiro, portanto, destacou o trabalho que está sendo desenvolvido na pré-temporada com o grupo, ainda em reformulação. “Dentro do grupo é todo mundo fechado, todo mundo quer ganhar. Todo mundo está à disposição para trabalhar. A gente dá a vida em cada treino, qualquer coisa que o treinador passa, a gente escuta muito bem. Agora é a gente poder mostrar isso dentro de campo, nos jogos”, concluiu.


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