Vasco pede que PM proíba materiais de torcidas organizadas do clube

A medida revoltou as organizadas vascaínas, que emitiram comunicados de repúdio direcionados, principalmente, ao presidente Eurico Miranda

Centro de Artesanato de Pernambuco, no Recife Centro de Artesanato de Pernambuco, no Recife  - Foto: Daniela Nader/Divulgação

O Vasco solicitou ao Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) a proibição de qualquer tipo de material alusivo às suas próprias organizadas em jogos do clube até o fim do ano. A medida, já aceita pela Polícia Militar, fará com que instrumentos de bateria, bandeiras e faixas das torcidas sejam impedidos de entrar nas partidas.

A medida revoltou as organizadas vascaínas, que emitiram comunicados de repúdio direcionados, principalmente, ao presidente Eurico Miranda. Por meio de assessoria de imprensa, o Vasco alegou que a solicitação é uma precaução contra possíveis punições do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). No último jogo em São Januário, objetos foram arremessados ao gramado.

Vale lembrar que na derrota para o CRB por 2 a 1, pela primeira vez o presidente cruzmaltino ouviu fortes vaias, xingamentos e protestos vindos da arquibancada. O grupo Comissão de Festas Cruzmaltinas, que não é vinculado às organizadas, e a torcida Ira Jovem divulgaram notas de repúdio à decisão do Vasco em conjunto com a PM.

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