Apresentação

Fórum discute biocombustíveis, etanol e energias limpas

Encontro acontece no Arcádia Paço, na segunda-feira (25)

O setor energético atravessa um momento de intensas mudanças no Brasil. No momento em que se rediscute a extensão da atuação pública na gestão desses recursos e o mundo persegue metas de descarbonização, debater desafios e oportunidades na produção de energia limpa e dos biocombustíveis no País se faz necessário. O Fórum Nordeste 2017, realizado nesta segunda-feira (25), abre espaço para esse debate em Pernambuco.

Realizado pelo Grupo EQM, o evento acontece no Arcádia Paço Alfândega, no Bairro do Recife, e é exclusivo para convidados.

Biocombustíveis têm destaque
O Fórum Nordeste 2017 trará painéis temáticos capitaneados por especialistas e autoridades dos setores energéticos e de combustíveis, incluindo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e do governador de Pernambuco, Paulo Câmara. O RenovaBio é um dos temas centrais junto com os desafios ambientes na geração de energia

"A ideia é gerar uma discussão produtiva sobre o segmento de combustíveis e energia, e seu ambiente de negócios. É um evento que já fizemos em outros momentos e estamos retomando agora, em virtude do momento atual", comenta a diretora administrativa do Grupo EQM, Mariana Costa, acerca do Fórum Nordeste 2017.

Nesta edição, o Fórum Nordeste trará painéis temáticos capitaneados por especialistas e autoridades dos setores energéticos e de combustíveis, incluindo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara. Nas pautas, os desafios ambientais permeiam vários dos conteúdos, entre eles, o painel “RenovaBio - Uma nova política de biocombustíveis para o Brasil”, que será apresentado pelo secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do ministério de Minas e Energia, Marcio Félix, trará as propostas do Governo Federal para ampliar a produção dos combustíveis limpos no País.

Esse papel de protagonismo dos biocombustíveis tende a se consolidar no cenário nacional nos próximos anos. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética -EPE, a meta de redução das emissões de carbono assumida na COP21 pelo Brasil impõe uma produção de bioenergia de 18% de toda a energia do País. Isso implicaria em uma produção de 50 bilhões de litros de etanol. Atualmente, o setor de biocombustíveis já tem uma participação de 26,4% na matriz energética brasileira.

As vantagens dos combustíveis renováveis são muitas. Ao longo dos anos, a substituição da gasolina pelo etanol gerou uma economia acumulada de R$ 266 bilhões até 2011, ainda sob efeitos do Próalcool com a adição de etanol anidro na gasolina (27%). A medida também melhorou a qualidade do ar nas grandes cidades brasileiras e a saúde pública.

A temática de redução dos impactos ambientais na geração energética a partir dos biocombustíveis também estará presente na palestra do presidente da Datagro, Plínio Nastari, que apresentará o painel sobre “eletrificação e desenvolvimento: o papel dos biocombustíveis”. Além da perspectiva nacional, os desafios globais também estarão presentes nos debates. O acordo de Paris e as suas relações com o setor sucroenergético, por exemplo, será o tema explorado pelo secretário de Mudanças do Clima e Florestas do ministério do Meio Ambiente.

Grande produtor de etanol a partir da cana-de-açúcar, biocombustível de alto desempenho, Pernambuco tem um papel de destaque dentro da perspectiva de elevação do consumo do produto. Para tanto, no entanto, o segmento ainda espera um posicionamento do Governo Federal, no sentido de regulamentar o RenovaBio, que seria um marco legal para estimular a expansão da produção.

Painéis temáticos
"A ideia é gerar uma discussão produtiva sobre o segmento de combustíveis e energia, e seu ambiente de negócios. É um evento que já fizemos em outros momentos e estamos retomando agora, em virtude do momento atual", comenta a diretora administrativa do Grupo EQM, Mariana Costa, acerca do Fórum Nordeste 2017.

Nesta edição, o Fórum Nordeste trará painéis temáticos capitaneados por especialistas e autoridades dos setores energéticos e de combustíveis, incluindo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara. Nas pautas, os desafios ambientais permeiam vários dos conteúdos, entre eles, o painel “RenovaBio - Uma nova política de biocombustíveis para o Brasil”, que será apresentado pelo secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do ministério de Minas e Energia, Marcio Félix, trará as propostas do Governo Federal para ampliar a produção dos combustíveis limpos no País.

Esse papel de protagonismo dos biocombustíveis tende a se consolidar no cenário nacional nos próximos anos. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética -EPE, a meta de redução das emissões de carbono assumida na COP21 pelo Brasil impõe uma produção de bioenergia de 18% de toda a energia do País. Isso implicaria em uma produção de 50 bilhões de litros de etanol. Atualmente, o setor de biocombustíveis já tem uma participação de 26,4% na matriz energética brasileira.

As vantagens dos combustíveis renováveis são muitas. Ao longo dos anos, a substituição da gasolina pelo etanol gerou uma economia acumulada de R$ 266 bilhões até 2011, ainda sob efeitos do Próalcool com a adição de etanol anidro na gasolina (27%). A medida também melhorou a qualidade do ar nas grandes cidades brasileiras e a saúde pública.

A temática de redução dos impactos ambientais na geração energética a partir dos biocombustíveis também estará presente na palestra do presidente da Datagro, Plínio Nastari, que apresentará o painel sobre “eletrificação e desenvolvimento: o papel dos biocombustíveis”. Além da perspectiva nacional, os desafios globais também estarão presentes nos debates. O acordo de Paris e as suas relações com o setor sucroenergético, por exemplo, será o tema explorado pelo secretário de Mudanças do Clima e Florestas do ministério do Meio Ambiente.

Grande produtor de etanol a partir da cana-de-açúcar, biocombustível de alto desempenho, Pernambuco tem um papel de destaque dentro da perspectiva de elevação do consumo do produto. Para tanto, no entanto, o segmento ainda espera um posicionamento do Governo Federal, no sentido de regulamentar o RenovaBio, que seria um marco legal para estimular a expansão da produção.

O Fórum Nordeste 2017 é exclusivo para convidados.
Para entrar em contato com a organização, escreva para: forumnordeste2017@gmail.com