A greve dos médicos da prefeitura do Recife está prevista para esta quinta

Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe), Tadeu Calheiros, a greve será por tempo indeterminado e as atividades dos profissionais só voltarão “caso haja negociações”.

Protesto dos médicosProtesto dos médicos - Foto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco

Está previsto para começar nesta quinta-feira (18), a greve dos médicos da prefeitura do Recife. Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe), Tadeu Calheiros, a greve será por tempo indeterminado e as atividades dos profissionais só voltarão “caso haja negociações”. O presidente relembrou que as reivindicações dos médicos são por segurança nas unidades de saúde, cronograma de restruturação físicas dos locais, readequação de profissionais e garantia de uma política de abastecimento das unidades.

A decisão foi tomada pela categoria em Assembleia Geral Extraordinária (AGE). Todos os serviços eletivos, de PFS, CAPs e ambulatórios estão suspensos, funcionando apenas os serviços de urgência, emergência e maternidade. Segundo o Simepe, os rumos da greve serão definidos em assembleia marcada para o dia 25 de janeiro, Às 9h30.

O Simipe afirma que iniciou desde o ano passado uma série de paralisações, por meio de denúncia de irregularidades, e também afirma que convocação foi feita ao prefeito Geraldo Júlio para negociar. Ainda foi entregue uma carta aberta à população afirmando que “não adianta Carnaval bonito, se o povo que necessita de saúde não tem” e que “na guerra as condições de atendimento são melhores que as do município do Recife”.

Leia também:
Médicos do Recife deflagram greve e convocam prefeito para reunião
Postos de Saúde do Recife descumprem lei federal, denuncia Simepe


Veja também

Classes mais altas têm maior potencial de contaminação em repique de casos, diz infectologista
Coronavírus

Classes mais altas têm maior potencial de contaminação em repique de casos, diz infectologista

Protestos contra violência policial deixam 56 mortos e fecham escolas na Nigéria
internacional

Protestos contra violência policial deixam 56 mortos e fecham escolas na Nigéria