Adaptação é arma do Náutico para não sentir peso dos desfalques

Marco Antônio alertou para as mudanças que o Timbu terá por conta da entrada de Tiago Adan

A Comissão da Verdade investiga crimes cometidos durante o regime militarA Comissão da Verdade investiga crimes cometidos durante o regime militar - Foto: http://memoriasdaditadura.org.br

Perder jogadores importantes do time titular na reta final da Série B do Campeonato Brasileiro era tudo o que o Náutico menos queria. Sem contar com o lateral-esquerdo Gaston Filgueira, com o volante Rodrigo Souza e o atacante Bergson, o Timbu terá que confiar nos suplentes para conseguir derrotar o CRB, sábado (5), no Rei Pelé, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Para o meia Marco Antônio, esse é o momento da equipe mostrar o poder de “adaptação” no esquema tática para não sofrer com os desfalques.

“Tiago Adan é um jogador mais de área que Bergson, que cai mais pelo canto. Temos que nos adaptar aos jogadores que estão entrando e fortalecer o fator grupo. O que muda mais é o esquema tática, de usá-lo mais dentro da área. Ele tem uma bola aérea forte e poderemos usar isso. Além do centroavante, a equipe terá as novidades de Mateus Muller na lateral e Negretti na cabeça de área.

O camisa 10 também negou que os atletas alimentem um clima de revanche por conta da derrota no primeiro turno por 3x1 para os alagoanos, na Arena de Pernambuco. “Difícil falar disso, porque são outros jogadores que estão aqui e lá. Eles fizeram do jogo aqui uma final de campeonato e a gente tem que viajar com essa confiança de fazer uma partida boa lá, independente do que aconteceu aqui. Precisamos ter inteligência e não entrar em provocação”, completou.

Na quarta posição, com 54 pontos, a vantagem do Náutico para os demais concorrentes é pequena. O quinto colocado tem a mesma quantidade de pontos e o sexto, Bahia, apenas um abaixo.

“O que teve durante o campeonato faz com que a gente jogue com a faca no pescoço. Não pensamos em aliviar. Estamos em quarto, mas não podemos olhar muito para os concorrentes, como Bahia e Londrina. Sabemos que teremos um jogo difícil porque essa é a última cartada do CRB para o acesso”, finalizou.

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