Agentes penitenciários de Pernambuco ameaçam paralisação

Assembleia extraordinária para deliberar sobre esses temas foi convocada para 21 de fevereiro

Presidente do sindicato, João Carvalho: “Estamos em negociação. O que está sendo colocado é que, se nesse prazo, o Estado não tratar desses assuntos, deliberaremos” Presidente do sindicato, João Carvalho: “Estamos em negociação. O que está sendo colocado é que, se nesse prazo, o Estado não tratar desses assuntos, deliberaremos”  - Foto: Jedson Nobre

 

Em meio à crise em unidades prisionais do País, agentes de segurança penitenciária (ASPs) de Pernambuco não descartam paralisações se o Governo do Estado não atender duas reivindicações da categoria. Uma delas é referente ao acordo coletivo de 2016, que prevê a negociação de um plano de cargos e carreira com critérios semelhantes aos utilizados pela Secretaria de Administração nas tratativas com a Polícia Civil. Já a outra pleiteia a realização de um concurso público para a contratação de mais agentes. Uma assembleia extraordinária para deliberar sobre esses temas foi convocada para 21 de fevereiro.

De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindasp-PE), o acordo coletivo está previsto numa ata de reunião com o Estado datada de 31 de maio de 2016, mas, até o momento, não foi cumprido. Do mesmo modo, o certame para novos ASPs ainda não teve o edital publicado, apesar de constar em acordo assinado pela categoria, junto ao Estado, em 13 de fevereiro de 2016. “Estamos em negociação. O que está sendo colocado é que, se nesse prazo, o Estado não tratar desses assuntos, deliberaremos, ou por mobilizações ou pelo que o Governo vier a apresentar”, explicou o presidente do Sindasp, João Carvalho.

Em nota, a Seres esclareceu que está em andamento a preparação do edital do concurso para ASPs com previsão de divulgação para fevereiro.

 

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