Ansiedade, força da torcida e contas para o G4: Givanildo destaca reta final da Série B

Treinador elogiou o crescimento na média de público do Náutico na competição

AlepeAlepe - Foto: Henrique Genecy/ Folha de Pernambuco

Os desafios do técnico Givanildo Oliveira no Náutico eram bem maiores do que fazer o time voltar a jogar bem na Série B do Campeonato Brasileiro. Controlar a ansiedade, recuperar a confiança da torcida e colocar a equipe no G4 da competição. Aos poucos, todos esses pontos foram conquistados. Faltando cinco rodadas para a reta final do torneio, e com um desafio importante diante do CRB, sábado (5), no Rei Pelé, o treinador frisou quais suas contas para o acesso à Série A.

CRB

Não tem como prever o que vai acontecer no jogo contra o CRB. Eles ainda têm chance de subir e sabemos das dificuldades que vamos encontrar. Eles forçam ao jogo e tomam conta se você não tiver uma reação rápida. Sabemos como eles jogaram antes, mas não sabemos como vão jogar agora. Do mesmo jeito que eles não sabem como vamos jogar.

ANSIEDADE

O lado psicológico implica na ansiedade. Uns são menos ansiosos, outros mais...trabalhamos isso com o grupo. Felizmente conseguimos juntar a equipe através das conversas, preleções, sentindo que eles estão alegres em jogar. (futebol)É um dom que eles têm, que se nasce com eles. Até agora eles têm controlado essa parte.

MUDANÇAS NO TIME

Cada um tem um estilo de jogo. Rodrigo é diferente do Negretti. Fiz uma troca para ficar mais ofensivo (colocando Renan Oliveira), se tiver necessidade. Tem que esperar para ver como o CRB vem. Bergson tem um estilo, Tiago tem outro. Mateus e Gaston também têm estilos diferentes. Vamos usar os que os três possuem de melhor para ajudar o time.

TORCIDA

A torcida está de parabéns. Na hora em que precisamos, quando eu mesmo pedi, ela mudou muito. Passou de seis mil para ser o que é agora. Antigamente se dizia que a torcida é o 12° jogador e eles voltaram a ser.

CONCORRÊNCIA NO G4

A situação que estamos hoje é perigosa. Não estamos em quarto com diferença de cinco, seis pontos para o quinto. Bahia está junto, além de outros quatro que estão próximos. Não podemos vacilar. Não dá para ganhar somente os jogos em casa. Temos que ganhar fora e Deus queira que seja esse. Minha conta para Série B sempre foi assim: 45 pontos para ficar livre (do rebaixamento), 63 ou 64 para entrar no G4. Mas não sei se será assim agora. Mais do que nunca, nossa obrigação é ganhar para se distanciar dos outros.

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