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Chuvas em Pernambuco

Riscos de alagamentos e deslizamentos fazem Apac manter alerta vermelho

Previsão do tempo indica pancadas de chuvas na Região Metropolitana do Recife (RMR) e Zona da Mata

Olinda e Paulista foram as mais afetadas pela chuva nesta terça-feira (7)Olinda e Paulista foram as mais afetadas pela chuva nesta terça-feira (7) - Foto: Matheus Ribeiro/Folha de Pernambuco

A Agência de Águas e Clima (Apac) renovou, esta noite, o alerta vermelho emitido na manhã desta terça-feira (7) até a manhã desta quarta-feira (8).

A previsão indica que os municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR), da Mata Sul e da Mata Norte serão as áreas mais afetadas pelas pancadas de chuvas. 

O alerta máximo é emitido quando há previsão de condição extrema de fenômenos meteorológicos com risco muito alto e intensidade excepcional. O último aviso vermelho foi divulgado em 2022, quando o estado foi atingido por fortes chuvas entre os meses de maio e junho, resultando na morte de 133 pessoas. 

Segundo o meteorologista da Apac Fabiano Pestreléo, a agência decidiu manter o alerta vermelho por causa dos riscos de deslizamentos e alagamentos no estado. 

Em vídeo publicado nas redes sociais, Pestreléo afirma que ainda há grande concentração de nebulosidade em todo o estado de Pernambuco, inclusive com formações que avançam do oceano em direção ao continente.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por APAC (@apac_oficial)

“Isso indica que a gente pode ter chuvas durante o finalzinho desta terça-feira, durante a madrugada e início da manhã desta quarta-feira”, disse o especialista.  

Imagens do radar indicam que a chuva formada sobre o oceano avança em direção ao continente, atingindo principalmente a Zona da Mata Sul, a Região Metropolitana do Recife e também áreas da Mata Norte.

No entanto, o meteorologista explicou que, à medida que a chuva avança, perde intensidade. Por isso, os volumes tendem a ser menores no Sertão e no Agreste de Pernambuco. 

Fortes chuvas nesta terça
Entre segunda (6) e terça-feira, as cidades de Olinda e Paulista, na RMR, registraram os maiores volumes do período - 129,32 mm e 116,56 mm, respectivamente, no estado. 

Diversos pontos de alagamento foram registrados, assim como deslizamentos de barreiras. As aulas das redes estadual e municipal, além das universidades, foram suspensas.
 

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