Após ouro, Duda Amorim já projeta Mundial e Tóquio

Atleta frisou o momento de renovação pelo qual passa a seleção brasileira feminina de handebol, campeã em Lima

Armadora Duda Amorim é uma das referências da seleção de handebolArmadora Duda Amorim é uma das referências da seleção de handebol - Foto: Wander Roberto/COB

Melhor do mundo em 2014 e líder da seleção brasileira de handebol, a meia-esquerda Duda Amorim, de 32 anos, é conhecida, dentre outras coisas, por sua determinação. Após o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, conquistado com uma vitória em cima da rival Argentina por 30x21, na noite desta terça-feira (30), a brasileira já pensa no Mundial de 2019, disputado no final do ano, e projeta sua importância para o desempenho na Olimpíada de Tóquio, em 2020.

"Sabíamos que o primeiro passo era esse mesmo [o Pan] e agora é focar para o Mundial. A gente pretende ficar pelo menos entre os dez para ter esperança de medalha em Tóquio", disse, lembrando a importância do Pan-Americano para dar confiança ao elenco. Ela ressaltou a importância do entrosamento entre as mais experientes, como ela, e as mais jovens para a vitória. "Quando a gente fala 'fica mais pra frente, fica mais pra trás', elas escutam. E acho que isso mostra também a confiança que a gente tem nelas", explicou.

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Para Duda, atuações como a da goleira pernambucana Renata Arruda, de 20 anos, um dos destaques da partida, serão fundamentais para ter "rotatividade" nas próximas competições. "No segundo tempo, praticamente só as meninas que estavam no primeiro Pan-Americano jogaram", exaltou. Com o título e a vaga em Tóquio-2020, Duda chegou ao seu terceiro ouro em Jogos Pan-Americanos – venceu também as edições do Rio-2007 e de Guadalajara-2011.

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