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Argentina x Venezuela define adversário do Brasil

Liderada por Messi, a Argentina enfrenta uma Venezuela aplicada taticamente a partir das 16h desta sexta (28)

Atacante Lionel MessiAtacante Lionel Messi - Foto: Carl de Souza/AFP

Lionel Messi tem uma obsessão: ganhar um título com a seleção argentina. Nesta sexta-feira (28), contra a Venezuela nas quartas de final da Copa América-2019, o cinco vezes eleito melhor jogador do mundo não pode se dar ao luxo de sofrer uma nova frustração. Aos 32 anos recém-feitos e em ótima forma, o astro argentino conquistou 10 campeonatos espanhóis, quatro Liga dos Campeões e seis Copas do Rei com o Barcelona (entre outros tantos títulos). Com a Argentina, nada. O confronto acontece às 16h, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O vencedor do confronto enfrentará a Seleção Brasileira, que passou pelo Paraguai nos pênaltis, na semifinal da próxima terça-feira (2). 

O tempo vai passando, e vão diminuindo as chances de o camisa 10 se tornar campeão com a 'Albiceleste', objetivo que ele persegue há 13 anos, quando disputou a Copa do Mundo da Alemanha em 2006, seu primeiro torneio oficial.

Após quatro mundiais e a mesma quantidade de Copas América disputadas com a Argentina, e tendo perdido quatro finais, erguer uma taça com sua seleção se tornou uma obsessão para Messi. "Quero encerrar minha carreira tendo vencido algo com a seleção ou tentando fazê-lo todas as vezes possíveis", afirmou, antes do torneio.

Conforme disse à AFP o escritor e comentarista esportivo João Carlos Assumpção, "a dependência da Argentina em relação ao Messi e a pressão para que ele jogue bem com a camisa da albiceleste são péssimas e têm sido um peso para a seleção de seu país".

'Vinotinto' incomoda
Mas as coisas não começaram bem no sentido de poder quebrar essa maldição nesta Copa América. A Albiceleste, bicampeã do mundo e com 14 copas continentais, já vinha despertando dúvidas nesta etapa sob o comando do jovem e inexperiente Lionel Scaloni.

E na fase de grupos mostrou sua pior face: um time sem estratégia, com uma defesa ruim e pouco brilho coletivo. Tanto é que poucos consideram a Argentina clara favorita para o duelo desta sexta-feira. E isso tendo como adversária a Venezuela, que até pouco tempo atrás era considerada o 'patinho feio' da América do Sul, uma seleção que nunca se classificou para uma Copa do Mundo e jamais conquistou um título.

O que acontece é que a Vinotinto acordou nos últimos anos e, como dizem seus jogadores, "não teme mais ninguém". Nos últimos três jogos com a Argentina, Messi e companhia sofreram. Foram dois empates e, no amistoso do mês de março passado em Madri, uma derrota de 3x1 para a Venezuela. Este retrospecto recente, o bom futebol mostrado pela Vinotinto e a queda de rendimento da albiceleste, alimenta as expectativas de especulações.

O momento nunca foi tão favorável aos venezuelanos, que mostram solidez defensiva, inteligência na hora de tocar a bola e boa disposição tática. Importantes armas para se impor contra a Argentina.


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