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Associação de PMs teme violência e protestos no Réveillon de Copacabana

Aomai enviou carta à Prefeitura do Rio solicitando cancelamento da festa

Décio Padilha apresentou proposta elaborada pelos 27 secretários de Fazenda do paísDécio Padilha apresentou proposta elaborada pelos 27 secretários de Fazenda do país - Foto: Cláudio Gomes/ Ascom

O Réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do Brasil, pode ser cancelado. Pelo menos é o que pede a Aomai (Associação de Oficiais Militares Ativos e Inativos da PM e do Corpo de Bombeiros), que publicou nesta quarta (28) uma carta pedindo que a Prefeitura do Rio cancele a festa devido à "grave crise política e financeira que atravessa o Estado".

A queima de fogos e as apresentações musicais costumam atrair 2 milhões de pessoas e custam cerca de R$ 5 milhões. A prefeitura reduzirá a duração da queima de fogos de 16 para 12 minutos. No documento, os policiais e bombeiros afirmam que a crise nas finanças do tem gerado uma onda de protestos violentos e que o Réveillon poderia servir como palco para novas manifestações.

Nota da Aomai

"A Aomai, antevendo a possibilidade de ocorrência de manifestações que, pela amplitude e quantidade de pessoas envolvidas, poderão tomar proporções violentas e atentatórias a integridade da população presente ao evento, recomenda o cancelamento dos shows artísticos e pirotécnicos no município do Rio", diz a carta, assinada pelo presidente da associação, coronel Adalberto de Souza Rabello.

Até o momento, a Prefeitura do Rio de Janeiro não se manifestou sobre o tema.

 

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