Atos pedem fim do consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul

Para chamar a atenção, manifestantes carregaram, em uma praça de Seul, corpos de filhotes que teriam morrido prematuramente em fazendas de carne

Protesto contra consumo de carne de cachorroProtesto contra consumo de carne de cachorro - Foto: Divulgação/Stop Dog Meat

Ativistas promoveram atos na terça-feira (17) nos Estados Unidos e em Seul para protestar contra o consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul. Segundo a ONG sul-coreana Animal Liberation Wave (ALW), cerca de um milhão de cães são abatidos por ano no país asiático.

Para chamar a atenção, manifestantes carregaram, em uma praça de Seul, corpos de filhotes que teriam morrido prematuramente em fazendas de carne. Em Los Angeles (EUA), o protesto aconteceu em frente ao consulado da Coreia do Sul e contou com a presença das atrizes Priscilla Presley e Kim Basinger. Além de cartazes, os manifestantes também exibiam animais. 

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Para os ativistas, o consumo da carne de cachorro é uma tradição que deve ser superada. Dizem ainda que os animais são torturados nas fazendas de carne e mortos de forma cruel. Tradição em algumas áreas da Ásia, o polêmico consumo de carne de cachorro tem diminuído, especialmente entre os mais jovens, que condenam a prática. Em junho, na China, aconteceu o festival de Yulin, onde o bicho é o prato principal durante dez dias de evento, apesar da pressão de ativistas.

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