Sáb, 07 de Março

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MEIO AMBIENTE

Aves, répteis e mamíferos chegaram em maior quantidade ao Cetras Tangará em 2025

Em 2025, mais de nove mil animais chegaram ao centro; CPRH aponta que os animais com maior número de chegadas foram os papa-capins

Durante este ano, vieram a óbito somente 2,2% dos animais silvestres recebidos pelo Cetras TangaráDurante este ano, vieram a óbito somente 2,2% dos animais silvestres recebidos pelo Cetras Tangará - Foto: Cetras Tangará/Divulgação

Mais de nove mil animais chegaram ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres – Cetras Tangará, em 2025.

Foram exatos 9.323 animais, em uma relação que inclui espécies variadas, como papa-capins, timbus e jabutis, resultado de apreensões, entrega voluntária e resgates, destinadas a recuperação para retorno ao ambiente natural, resultando na soltura de 4.048 animais silvestres.

Até a etapa da soltura, os animais recebem atendimento veterinário, acompanhamento por biólogos e são submetidos a procedimentos para recuperação comportamental e funcional, como condições de voar, caçar, se defender e sobreviver na natureza.

 

Os dados da Agência CPRH apontam que, até novembro, os animais com maior número de chegadas ao Cetras foram os papa-capins, com 1.306; os timbus, com 1.300 e 913 jabutis. Também chegaram ao centro 857 galos de campina e 551 canários da terra.

Já com relação à soltura, as espécies com maior número de animais silvestres, aptos para retorno ao habitat natural, foram os timbus (735), os papa-capins (460), jabutis (443), galos de campina (431) e canários da terra (350). 

Do total de animais silvestres recebidos no Cetras durante o ano, as aves lideraram com 46,7%. Já a entrada de mamíferos chegou a 27,7%, enquanto os répteis foram 23%Do total de animais silvestres recebidos no Cetras durante o ano, as aves lideraram com 46,7%. Já a entrada de mamíferos chegou a 27,7%, enquanto os répteis foram 23% | Foto: Cetras Tangará / Divulgação

No mesmo período, dos animais silvestres recebidos, 2,2% entraram em óbito. As aves também lideraram as solturas com 37%, seguidas dos répteis, que atingiram 33,2%, e dos mamíferos, que chegaram a 29,6%. Além dessas espécies, o centro ainda recebeu anfíbios, aracnídeos, crustáceos, peixes e outras espécies exóticas.

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