BNDES se compromete com recursos para revitalizar Museu Nacional
O contrato de R$ 21,7 milhões, foi captado com recursos da Lei Rouanet e visava a terceira fase do plano de investimento de revitalização do Museu.
Após o incêndio de grandes proporções que atingiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, no último domingo (2), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), divulgou uma nota se comprometendo com a direção do Museu a direcionar recursos para a revitalização do equipamento público. O convênio foi assinado em junho deste ano em cerimônia dos 200 anos da instituição.
O contrato de R$ 21,7 milhões, foi captado com recursos da Lei Rouanet e visava a terceira fase do plano de investimento de revitalização do Museu. O apoio do Banco a essa terceira fase previa elaboração de projeto executivo de combate a incêndio e, por exigência do BNDES, previa também sua efetiva implantação.
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Segundo a nota, o primeiro desembolso do contrato entre o BNDES, a Associação de Amigos do Museu Nacional e a UFRJ, cujo prazo total de execução seria de 4 anos, estava previsto para outubro deste ano, no valor de R$ 3 milhões.
O BNDES se solidariza com e lamenta a tragédia: “Alinhado ao sentimento de perda do conjunto da sociedade brasileira, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lamenta o trágico incêndio que acometeu neste domingo (2), o Museu Nacional, no Rio de Janeiro”.
Diz trecho da nota
"Na cerimônia de 200 anos da instituição, a que esteve presente em junho último, o BNDES assinou contrato de R$ 21,7 milhões, com recursos da Lei Rouanet, para a terceira fase do plano de investimento de revitalização do Museu (as duas fases anteriores não contaram com recursos do Banco). O primeiro desembolso do contrato entre o BNDES, a Associação de Amigos do Museu Nacional e a UFRJ, cujo prazo total de execução seria de 4 anos, estava previsto para outubro deste ano, no valor de R$ 3 milhões".

