Brasil vai atrás de novo triunfo no Mundial sub-17

Depois de atropelar o Canadá na estreia, garotos da Canarinho vão em busca de classificação antecipada às finais diante da Nova Zelândia

Autor de dois gols na estreia do Mundial sub-17, Peglow está garantido no time titularAutor de dois gols na estreia do Mundial sub-17, Peglow está garantido no time titular - Foto: Alexandre Loureiro/CBF

A estreia do Brasil no Mundial Sub-17 dificilmente poderia ser melhor. Diante do emergente Canadá, a equipe verde-amarela não teve piedade do adversário norte-americano e o goleou por 4x1. Na noite desta terça-feira, às 20h, o time buscará seu segundo triunfo no Grupo A, diante da Nova Zelândia, mais uma vez no estádio Bezerrão, localizado em Gama, no Distrito Federal. Uma nova vitória colocará os donos da casa já nas oitavas de final do torneio. A tarefa, contudo, não deve ser tão simples. O representante da Oceania perdeu para a Angola e precisa desesperadamente da vitória.

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Para o confronto, o técnico brasileiro Guilherme Dalla Déa quer a equipe atuando ao estilo do jogo de abertura. Para isso, não deverá mudar o time titular. E garante não abrir mão da ideia de apresentar um futebol vistoso. "Temos o comprometimento de jogar bonito, com a nossa torcida. Nós sabemos que a Nova Zelândia joga em uma linha de cinco, como a Coreia do Sul, que também se porta dessa forma. Vamos tentar executar os mesmos movimentos, para jogar um futebol alegre, ofensivo, para cima do adversário, com equilíbrio defensivo, para conseguir repetir uma grande partida", apontou.

De acordo com o comandante da equipe, o comparecimento da torcida será fundamental para o time. Na estreia, a forte chuva que caiu sobre o Bezerrão não impediu que 12 mil torcedores fossem ao Bezerrão para empurraro time em direçaõ à vitória. "Queria parabenizar mais uma vez a torcida brasileira. Foi uma pena eles não terem conseguido aquecer dentro de campo. Mas a torcida está o tempo todo a favor. E quando a gente faz um jogo bonito, os torcedores sempre estarão ao nosso lado. E o jogo bonito sempre tem que ter um objetivo, de forma equilibrada e aguda, buscar o gol", destacou.

Na estreia do Mundial sub-17, o Brasil não teve problemas no ataque. Foram mais de 30 finalizações ao longo dos 90 minutos. Além disso, 16 delas foram efetivas. Segundo Dalla Déa, trata-se de uma característica dos próprios jogadores. "O Talles Magno fez movimentos que deixaram seus companheiros livres para fazer gols, como o Peglow e Veron. São jogadores extremamente agudos, que buscam o gol o tempo inteiro. O Peglow tem uma finalização de longa e média distância fantástica. O mais importante foi que ajustamos o jogo contra o Canadá e assim fizemos os gols da partida", apontou.

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