Carandiru: Julgamento pode ser federalizado

Após mais de 24 anos, a Justiça ainda não determinou responsáveis e punições pelos assassinatos

Manifestantes lembram vítimas do massacre de CarandiruManifestantes lembram vítimas do massacre de Carandiru - Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil

 

A Defensoria Pública de São Paulo encaminhou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o pedido de federalização do julgamento de policiais militares acusados pela morte de 111 detentos no Massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992, quando policiais entraram no Pavilhão 9 da Casa de Detenção Flamínio Fávero durante uma rebelião.
Após mais de 24 anos, a Justiça ainda não determinou responsáveis e punições pelos assassinatos. Entre 2013 e 2014, decisões do Tribunal do Júri chegaram a condenar 74 policiais a penas que variaram de 48 a 624 anos de prisão. No entanto, em setembro do ano passado, o Tribunal de Justiça de SP anulou as condenações no julgamento de recursos.

 

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