Folia importada, com status de maior do mundo

As opções são muitas e vão desde blocos gratuitos até os que custam R$ 2.489, como o Bloco do Camaleão, que faz os circuitos Dodô (Barra-Ondina)

UnidosVila Maria é segunda escola a desfilar no Anhembi UnidosVila Maria é segunda escola a desfilar no Anhembi  - Foto: Divulgação/Paulo Pinto/LigaSP

 

Apesar da origem grega, o Brasil soube como importar o Carnaval. Uma das manifestações populares mais celebradas no País, a folia de Momo tem diversas ramificações e ritmos espalhados pelos estados, o que a tornou a maior do mundo, segundo o Guiness Book.
Na capital pernambucana, além do Galo, os polos descentralizados fazem a festa do folião. Em especial o Polo Marco Zero, localizado no bairro histórico do Recife Antigo, e que recebe as principais atrações da programação do Carnaval Recife 2017. Em Olinda, a festa fica por conta dos blocos tradicionais olindenses - como Vassourinhas, Homem da Meia-Noite, Lenhadores, Escola de Samba Preto Velho, Piaba de Ouro - que sustentam a farra até a quarta-feira de cinzas.
O Carnaval baiano dispensa comentários. A abertura oficial aconteceu nessa última quarta-feira (22), marcada pela simbólica entrega das chaves da cidade ao Rei Momo. A festa, oficialmente, vai até 28 de fevereiro e conta com diversos blocos e trios elétricos para manter a animação. As opções são muitas e vão desde blocos gratuitos até os que custam R$ 2.489, como o Bloco do Camaleão, que faz os circuitos Dodô (Barra-Ondina).

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No Rio de Janeiro e em São Paulo, o centro das atenções é o desfile das escolas de samba, mas há espaço para os blocos de rua que têm ano a ano arrastado verdadeiras multidões. Ainda na região Sudeste, em Minas, jovens do país e do mundo invadem a cidade procurando as festas é temáticas. Com blocos locais de mais de 40 anos são contemplados os fãs de baião, jazz e, até mesmo, os geeks e nerds.

 

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