Forças Armadas vão ocupar comunidades do Rio por tempo indeterminado

Segundo o comando da operação, as ações serão implementadas por tempo indeterminado. O objetivo é derrubar as barricadas montadas pelos traficantes nas favelas para dificultar a entrada da polícia e das Forças Armadas, principalmente nas comunidades em ár

Exército monitorando a RocinhaExército monitorando a Rocinha - Foto: AFP

O Comando Conjunto das Forças Armadas, que participam da intervenção federal na segurança pública do Rio, informa que as ações de patrulhamento móvel realizadas diariamente nas comunidades do Curral das Éguas, Fumacê, Muquiço, Palmeirinha, Batan, Minha Deusa, Parque das Nogueiras, Vila Vintém, Promorar I, Promorar II e Triângulo, todas na zona oeste da cidade, não tem data para terminar.

Segundo o comando da operação, as ações serão implementadas por tempo indeterminado. O objetivo é derrubar as barricadas montadas pelos traficantes nas favelas para dificultar a entrada da polícia e das Forças Armadas, principalmente nas comunidades em áreas de conflito.

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As ações, que começaram no dia 1º deste mês, deverão ser estendidas para a Baixada Fluminense e para São Gonçalo, na região metropolitana. De acordo com a assessoria do Comando Conjunto, os efetivos empregados nas ações diárias dependem das características de cada área e das imposições de planejamento.

Os militares executam na operação ações de cerco, estabilização dinâmica, remoção de barricadas e revista de veículos e pessoas. A Polícia Militar faz bloqueios em vias da região e os policiais civis, que também participam da operação, verificam registros criminais de suspeitos que venham a ser detidos.

Ruas e acessos das regiões-alvo poderão ser interditados, e o espaço aéreo poderá sofrer restrições temporárias para aeronaves civis, sem interferência nas operações dos aeroportos.

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