Frequentadores e funcionários de João de Deus evitam comentar prisão

Tanto o centro em que ocorrem as cirurgias espirituais quanto as obras sociais mantidas pelo médium em Abadiânia passaram a tarde fechados

Médium João de DeusMédium João de Deus - Foto: Reprodução/Internet

Frequentadores e funcionários da Casa Dom Inácio de Loyola, onde o médium João Teixeira de Faria, 76, conhecido como João de Deus, fazia atendimentos, evitam comentar a sua prisão neste domingo (16).

Acusado de abusos sexuais, João de Deus estava em um sítio e encontrou a polícia em encruzilhada às margens da BR-060 em Abadiânia, Goiás.

Tanto o centro em que ocorrem as cirurgias espirituais quanto as obras sociais mantidas pelo médium em Abadiânia passaram a tarde fechados. As atividades na casa de cura se encerram às 12h.

O movimento na Casa Dom Inácio após a prisão é principalmente de curiosos. Grande parte deles viaja entre Brasília e Goiânia e desvia da BR-060 para espiar o local, que está com os portões trancados.

Desde o início da manhã, a residência de João de Deus está fechada e sem movimentação. Vizinhos e um vigia dizem que ninguém entrou ou saiu desde as 7h.


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