Grávida desaparece após embarcar no metrô de São Paulo

Segundo a Polícia Civil e os familiares da gestante, Kelly saiu de casa para encontrar uma amiga na Vila Madalena

Paulo, Apóstolo de Cristo Paulo, Apóstolo de Cristo  - Foto: Internet / Reprodução

A Polícia Civil apura o desaparecimento da gestante de oito meses Kelly Cristina Arruda Martins, 37 anos, na última sexta-feira. A polícia encontrou imagens dela na estação Tatuapé (linha 3-vermelha) do metrô, na noite daquele dia, após ela descer de um veículo do Uber.

Segundo a Polícia Civil e os familiares da gestante, Kelly saiu de casa para encontrar uma amiga na Vila Madalena (zona oeste). Ela chamou um carro do Uber e desceu no Tatuapé (zona leste). A amiga falou com ela por telefone por volta das 18h30 e Kelly contou que estava na estação de metrô.

Desde então, a gestante não deu mais notícias. Em depoimento à polícia, o motorista do aplicativo contou que ela mudou de trajeto no meio do caminho (seu destino inicial era a estação Penha). Ele também contou que a gestante estava tranquila e conversou três vezes ao telefone. A polícia diz que o trajeto do aplicativo coincidiu com essa versão.

Câmeras de segurança do metrô mostram a jovem, sozinha, embarcando na estação Tatuapé, no sentido Sé. A polícia aguarda imagens do Shopping Tatuapé, porque a gestante tinha uma conta para pagar em uma loja. Porém, a família já conseguiu verificar no local que o boleto não foi quitado.

A polícia pediu à Justiça quebra do sigilo telefônico e bancário de Kelly.
Segundo a dona de casa Patrícia Martins, 39 anos, tia da gestante, ela nunca desapareceu e quase não estava saindo de casa por causa dos últimos dias de gestação. "Ela poderia até sumir, mas não iria fazer isso sem levar sua filha de 11 anos. É uma dor muito grande e não tentamos pensar no pior", afirmou a tia.

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