Parte de prédio de fábrica atingida por incêndio tem risco de desabamento

Segundo os Bombeiros, os equipamentos anti-incêndio da fábrica funcionaram corretamente.

Paulo Câmara (PSB)  em entrevista à Rádio FolhaPaulo Câmara (PSB) em entrevista à Rádio Folha - Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Parte do prédio da fábrica Imã Spray, atingida nesta segunda-feira (28) por um incêndio de grandes proporções, ainda tem risco de desabar, segundo o Corpo de Bombeiros. O fogo, que teve início no período da manhã, foi controlado no meio da tarde. Os bombeiros usaram espuma para combater as chamas.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou que o forte cheiro de produtos químicos, que permanecia nas imediações da fábrica até o fim da tarde, não representava risco a população. Mais cedo, o órgão divulgou nota informando que a fábrica não tinha licença ambiental prévia de instalação para atuar. Segundo o comunicado, a licença foi solicitada em abril de 2016, mas ainda não foi concedida por falta de apresentação de documentos complementares pela empresa.

Segundo o capitão do Corpo de Bombeiros, Wilson Kagawa, os equipamentos anti-incêndio da fábrica funcionaram corretamente. No entanto, a empresa não tinha o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) regularizado.

O fogo deixou 13 pessoas feridas. No local, havia produção de cosméticos e produtos em aerossol. Segundo Kagawa, as causas das chamas e suas implicações ambientais ainda não estavam definidas.

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