Brasil

Rebelião em presídio do RN termina com morte de dez presos

Motim foi contido por volta das 7h30 deste domingo, cerca de dez horas depois

  A policlínica e maternidade Barros Lima, em Casa Amarela, tem 10 cumpridores, e o hospital Belarmino Correia, em Goiana, conta com quatro, que realizam serviços gerais. A policlínica e maternidade Barros Lima, em Casa Amarela, tem 10 cumpridores, e o hospital Belarmino Correia, em Goiana, conta com quatro, que realizam serviços gerais. - Foto: Divulgação

A rebelião no maior presídio do Rio Grande do Norte, a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal, foi contida por volta das 7h30 deste domingo. O motim iniciou às 17h do último sábado e foi controlado após a entrada dos policiais no local. O Governo do Estado contabiliza a morte de dez presos. 

O número de presos feridos no ato, porém, não foi divulgado até o momento. Os policiais não concluíram a inspeção das celas e dependências dos dois pavilhões envolvidos: 4 e 5. Os detentos que precisam de atendimento médico estão sendo encaminhados às unidades de saúde da região.

De acordo com informações do Governo do Rio Grande do Norte, a rebelião teve início após uma briga entre detentos dos pavilhões 4 e 5. As autoridades estão investigando se o ato tem relação com os conflitos entre facções criminosas rivais. Não há registro de fugas, mas a contabilização dos presos ainda será refeita.

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, entrou em contato com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e pediu reforço da Força Nacional na área externa da Penitenciária Estadual de Alcaçuz. A Força, que está no Estado desde o último mês de setembro, permanece à disposição do governo potiguar por mais 60 dias.

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