UBER: PM que matou três assaltantes é excluído

O Uber declara que tem mecanismos de segurança para proteger tanto os passageiros como os motoristas.

Paulo Câmara, Lupércio, Felipe Carreras e Augusto Coutinho curtiram o Carnaval de OlindaPaulo Câmara, Lupércio, Felipe Carreras e Augusto Coutinho curtiram o Carnaval de Olinda - Foto: Aluísio Moreira/SEI

Um dia depois que um policial militar matou três pessoas enquanto trabalhava como motorista do Uber em São Paulo, a administração do aplicativo declarou que o porte de armas em viagens é proibido. Com isso, o policial, que alega ter sido vítima de um assalto, terá sua conta cancelada.


De acordo com o aplicativo, a proibição de porte de armas serve tanto para motoristas quanto para passageiros. A determinação segue a diretriz do Uber americano que também proíbe o porte de armas em viagens do aplicativo.

Nos EUA, há pelo menos cinco casos de motoristas que estavam armados e que foram suspensos do aplicativo, desde 2015. O Uber declara que tem mecanismos de segurança para proteger tanto os passageiros como os motoristas. A PM apura internamente a conduta do policial. Isso inclui verificar se o policial poderia estar atuando como motorista do Uber.

 

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