Um mês após desabamento em SP, duas pessoas estão desaparecidas

Segundo a secretaria, 34 pessoas já foram ouvidas na investigação sobre o incêndio e o desabamento, conduzida pelo 3º Distrito Policial. O inquérito, quando concluído, será encaminhado à Justiça

Desabamento de prédio no centro de São PauloDesabamento de prédio no centro de São Paulo - Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

Um mês após o incêndio e o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, em São Paulo, completado hoje (1º), duas pessoas ainda continuam desaparecidas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Eva Barbosa da Silveira, 42 anos, e Gentil de Souza Rocha, 53, ainda não foram encontrados. O trabalho pericial continua em andamento, informou a secretaria.

Até hoje, foram identificados os corpos de Selma Almeida da Silva (40), Werner da Silva Saldanha (10), Wendel da Silva Saldanha (10), Francisco Lemos Dantas (55) e Alexandre de Menezes (40), que já foram retirados do Instituto Médico Legal por familiares. Já Valmir Souza Silva foi identificado, mas os familiares ainda não compareceram para a retirada do corpo ou prestar informações.

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Bombeiros

Os trabalhos do Corpo de Bombeiros foram encerrados no dia 13 de maio. Nesse período, 1,7 mil bombeiros atuaram 24 horas por dia para conter o incêndio e encontrar desaparecidos entre os escombros.

Segundo a secretaria, 34 pessoas já foram ouvidas na investigação sobre o incêndio e o desabamento, conduzida pelo 3º Distrito Policial. O inquérito, quando concluído, será encaminhado à Justiça.

Por determinação do secretário Mágino Alves Barbosa Filho, da SSP, o Departamento Estadual de Investigações Criminais também instaurou um inquérito para apurar a suspeita de cobranças de aluguéis em ocupações irregulares. As testemunhas estão sendo ouvidas, mas o inquérito corre sob sigilo.

Interdições

A prefeitura regional da Sé informou que, até agora, houve desinterdição dos imóveis localizados nos números 132 e 138 do Largo do Paissandu; nos números 40 e 52, da Rua Antônio de Godoy, e no edifício Caracu.

Na semana que vem, um relatório técnico vai definir quais são as intervenções necessárias no edifício Joamar e o proprietário do imóvel será acionado para fazer os reparos.

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