Caio Castro quebra o silêncio e fala sobre agressão a fotógrafo

Ator comentou confusão em que se envolveu em festa em Trancoso

Caio Castro publicou vídeo para tentar justificar agressão a fotógrafo em TrancosoCaio Castro publicou vídeo para tentar justificar agressão a fotógrafo em Trancoso - Foto: Reprodução

Caio Castro quebrou o silêncio e falou, pela primeira vez, sobre a confusão em que se envolveu durante uma festa em Trancoso, na Bahia, em uma das festas do período de Réveillon. Em vídeo publicado na sua página no Facebook, o ator tentou explicar a situação. Na ocasião, o fotógrafo André Ligeiro tentou tirar uma foto do ator em uma festa particular. Segundo relatos do profissional, Caio Castro não teria gostado do clique e agrediu o profissional com uma cabeçada.

"Decidimos ir para Trancoso no Ano Novo, eu e muitos amigos. Quem proporcionou esse Ano Novo para mim e meus amigos foi uma empresa que faz festas no Brasil inteiro. No segundo dia, fomos para outra festa que não era da empresa do meu amigo – era de uma empresa concorrente", tentou justificar o ator durante no vídeo.

Caio Castro continuou relatando sua noite na festa e que, inicialmente, passou pelos fotógrafos sem problemas. "Deu um minuto, veio um rapaz correndo – não sei de onde ele veio –, levantou a máquina dele e começou a dar um monte de flashes. Parecia tapete vermelho. Eu olhei para a Valentina, a assessora do meu amigo, e na hora ele saiu correndo. Minha reação foi correr atrás porque ela tinha acabado de falar que não poderia fazer foto", disse.

"Eu fui puxar ele para falar alguma coisa. A gente pediu para que não fizesse a foto, mesmo assim ele fez a foto e saiu correndo. Aí eu me pergunto: 'Por que ele saiu correndo?'. Segurei ele e já veio um segurança me puxando, já veio outro segurança puxando ele. Foi aquele puxa-puxa e eu perdi a cabeça. E aconteceu o que aconteceu", completou o ator ao falar de quando deu uma cabeçada no fotógrafo André Ligeiro.

"O fotógrafo não tem culpa de nada, apesar de ter feito o que fez [tirar a foto sem autorização]. Eu estava totalmente errado. Violência não leva a lugar nenhum, mas eu perdi a cabeça. Eu não saio de casa pensando em arrumar confusão. Eu tenho nove anos de carreira e nunca me ocorreu nada parecido com isso. Eu não sabia o que pensar na hora, quando vi aquela cena toda pensei: 'Fiz cagada'. Foi uma sucessão de erros. Quando a gente pede para alguma coisa não ser feita, acho que tem que ter respeito de ambas as partes. Acaba todo mundo perdendo a razão", continuou. 

 

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