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Chile reabre fronteira para turistas vacinados a partir de outubro

Um conjunto de exigências também foi detalhado nesta quarta (15)

Vista aérea de Santiago, no Chile, em confinamentoVista aérea de Santiago, no Chile, em confinamento - Foto: Martin Bernetti/AFP

O Ministério da Saúde do Chile anunciou que as fronteiras do país serão reabertas a partir de 1º de outubro para turistas com esquema vacinal completo. Um conjunto de outras exigências também foi detalhado nesta quarta (15).

Estrangeiros que planejam viajar para o país latino-americano terão de apresentar, além do comprovante de imunização, um teste PCR negativo feito até 72 horas antes do embarque e um seguro de viagem com cobertura mínima de 30 mil dólares (R$ 156 mil). Quando desembarcar, o turista deverá cumprir quarentena de cinco dias.

Será preciso, ainda, validar o certificado de vacinação em uma plataforma virtual do Ministério da Saúde chileno, no site Me Vacuno. A subsecretária de Saúde Pública, Paula Daza, alertou que o processo para a autorização pode levar até 30 dias e recomendou que os viajantes só reservem as passagens após a validação ser concluída.

Ainda que a decisão de reabrir as fronteiras, fechadas desde abril para estrangeiros não residentes, tenha como objetivo dar tração ao setor do turismo, as autoridades chilenas foram criticadas pela decisão de impedir que os não vacinados entrem no país. Isso porque a restrição inclui crianças, que, em grande parte das nações, ainda não receberam a vacina contra a Covid.

A Associação Chilena de Companhias Aéreas (Achila, na sigla em espanhol) pediu que o governo elimine a exigência da quarentena e a impossibilidade de entrada dos não vacinados. "Se considerados o alto percentual de vacinados no Chile e o baixo índice de contágio, as medidas anunciadas pelo governo seguem sendo as mais restritivas no mundo", alegou em nota.

Mais de 72% da população chilena está completamente vacinada, e a média de novos casos diários de Covid, que vem caindo desde a primeira semana de junho, está em 430, segundo dados da plataforma Our World in Data, da Universidade Oxford. O país soma 1,6 milhão de casos e 37 mil mortes em decorrência do coronavírus desde o início da pandemia.

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