Concluída retirada de peixes mortos de lagoa no Rio

Ao todo foram retiradas 89,23 toneladas de peixes mortos da água

Peixes mortos na lagoa Rodrigo de FreitasPeixes mortos na lagoa Rodrigo de Freitas - Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) encerrou na manhã deste domingo (23) a grande operação de retirada de peixes mortos na Lagoa Rodrigo de Freitas, totalizando 89,23 toneladas.

Em nota, a companhia informou que se mantém mobilizada e preparada para o caso haja uma nova mortandade. Foram praticamente quatro dias de trabalho, com a Comlurb mobilizando durante todo esse período 662 profissionais, sendo 601 garis e 61 agentes de limpeza urbana. O trabalho contou com o uso de quatro catamarãs para recolher os peixes mortos que boiavam no espelho d´água.

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Segundo o biólogo Mario Moscatelli, que estuda as lagoas do Rio, o forte calor na cidade contribuiu para a tragédia ambiental, mas que este não foi o único fator da mortandade.

Moscatelli disse que caminhou pelo entorno da lagoa e reparou que parecia que os cardumes estavam em banho-maria. “A água estava quente, extremamente quente, e água quente não é muito bom, porque ela reduz a concentração de oxigênio”, disse.

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