Copacabana terá sistema de reconhecimento facial durante o Carnaval

Sistema de reconhecimento facial e de leitura de placas de veículos será instalado nesta sexta-feira (1º) até o fim do Carnaval

Praia de Copacabana Praia de Copacabana  - Foto: Flickr

Pela primeira vez, o Carnaval do Rio de Janeiro terá um sistema de reconhecimento facial e de leitura de placa de veículos. O sistema será implantado no bairro de Copacabana, na zona sul da cidade e vai funcionar de hoje (1°), quando começa oficialmente o Carnaval da cidade, até o próximo dia 6. As operações retornam no final de semana seguinte ao Carnaval.


A tecnologia vai ajudar a reforçar a segurança no bairro em caráter experimental.

Segundo a secretaria estadual de Polícia Militar, o sistema será operado por cerca de 100 policiais e consiste na análise em tempo real de imagens de pessoas e de placas de veículos captadas por câmeras fixas e móveis instaladas em Copacabana.

Leia também:
Carnaval afeta operação de 162 linhas de ônibus
Baiana System e Natiruts abrem neste sábado maratona de Carnaval do Parador
Foliões lotam Carmo para abertura do Carnaval de Olinda


“O sistema de monitoramento instalado no Centro Integrado de Comando e Controle identificará pessoas que tenham mandado de prisão em aberto ou veículos roubados. Os policiais que estiverem atuando no bairro serão imediatamente avisados para efetuar a prisão ou apreensão do veículo”, enfatiza a nota.

O Termo de Cooperação assinado entre a secretaria e a operadora de telefonia Oi, sem custo para o governo do Estado, prevê que o monitoramento funcione apenas no período de Carnaval. “Se aprovado, o projeto-piloto servirá de base para o termo de referência de uma futura licitação, com a possibilidade de participação de outras empresas”, diz a nota.

Veja também

Amazonas receberá cota extra de vacinas para frear pandemia
Coronavírus

Amazonas receberá cota extra de vacinas para frear pandemia

Avião com doses da vacina de Oxford, produzida na Índia, chega ao Rio
Coronavírus

Avião com doses da vacina de Oxford, produzida na Índia, chega ao Rio