Coronavírus deixou F-1 em estado muito frágil, afirma chefe da McLaren

Não há data para o início da temporada de 2020 e as oito primeiras provas já foram adiadas por causa da doença

Zak Brown, chefe da McLarenZak Brown, chefe da McLaren - Foto: AFP

Segundo o chefe da McLaren, a pandemia de coronavírus deixou a F-1 em um "estado muito frágil" e são necessárias grandes mudanças para que a categoria possa sobreviver.

"Isso [o coronavírus] tem o potencial para ser devastador para as equipes e se isso acontecer em equipes o bastante, é muito ameaçador para a F-1 como um todo", disse Zak Brown, em entrevista à BBC.

Os chefes de todas as escuderias vão se reunir nesta segunda (6) para discutir o assunto.

Ele defende que o limite de gastos dos times sejam reduzidos significativos. A partir de 2021, cada um poderá gastar US$ 175 milhões (cerca de R$ 893) no ano. Brown avalia que não fazer isso poderia ter consequências desastrosas.

Leia também:
Oitavo GP da temporada 2020 da F1 é adiado
GP de Mônaco da F1 não será disputado pela 1ª vez desde 1954


"É possível que escuderias desapareçam se isso não for tratado da maneira correta. No momento, a F-1 está em um estado muito frágil", completou.

Não há data para o início da temporada de 2020 e as oito primeiras provas já foram adiadas por causa do coronavírus.

Acompanhe a cobertura em tempo real da pandemia de coronavírus

 

 

Veja também

Aos 81 anos, Mãe Celeste morre vítima da Covid-19 no Recife
Luto

Aos 81 anos, Mãe Celeste morre vítima da Covid-19 no Recife

Em pacote de medidas sobre o clima, Biden mira indústria de gás e petróleo
EUA

Em pacote de medidas sobre o clima, Biden mira indústria de gás e petróleo